Geralmente nós pensamos que as pessoas que não temos afinidade ou os nossos “inimigos” são o oposto daquilo que nós somos. Sendo assim, nos revoltamos com as atitudes e com a forma de ser desses indivíduos. Só que o que não sabemos é que na realidade estes são nossos maiores aliados.

Sabemos que em toda a história da humanidade, sempre houve batalhas e confrontos para obter algo. E se formos refletir sobre isto, veremos que os objetivos são comuns e não diferentes. Por que existe guerra? Porque todos querem a mesma coisa, pretendem chegar ao mesmo fim.

Enganamo-nos achando que existe uma grande diferença entre nós e os inimigos. Portanto, podemos dizer que as inimizades surgem porque competimos os mesmos ideais.

Partindo desta reflexão podemos considerar também que os nossos inimigos são a maior oportunidade que temos de ver as nossas fraquezas ou limitações. Ou seja, são nossos espelhos. No sentido de que onde fraquejamos com relação a esta pessoa, é onde precisamos mudar com nós mesmos.

Costumo dizer que se alguém nos rejeita, por exemplo, é porque nós estamos agindo assim com nós mesmos. Da mesma forma se alguém nos abandona é porque estamos “nos abandonando”.

Entretanto, se nós começamos a transferir esses sentimentos nocivos para nós mesmos, compreendendo que estamos agindo de forma errada com nós, é possível que comecemos a gostar da pessoa que tanto “nos fez mal”.

E mais, precisamos entender também que ao invés dela ser alguém que está contra nós, na verdade está a favor. Pois é bem provável que ela queira as mesmas coisas que nós queremos.

Vejamos o exemplo de uma rival. Porque duas mulheres ou dois homens brigam por seu amor? Porque querem a mesma pessoa. Por quererem a mesma pessoa, isto já indica que são muito parecidos. Senão não iriam se encontrar no mesmo objetivo.

Portanto, existem duas razões para pensarmos a respeito deste assunto: uma é a competitividade, a qual só indica o quanto preciso perceber o porquê fui atraído para a mesma situação. E a outra indica o quanto este inimigo mostra como sou com relação as minhas fraquezas e as minhas limitações.

Para finalizar este assunto, sugiro que repense como você vê seu rival ou inimigo. Será que a forma como esta pessoa é, não é a mesma forma como você se trata? O que será que este grande professor quer lhe ensinar?

Por isso, ao invés de se vitimizar e colocar a culpa no outro, amadureça e observe. Olhe sobre um novo olhar e reflita melhor sobre o significado desta pessoa ter cruzado seu caminho. Garanto que esta nova forma de encarar a situação, lhe trará muitas respostas e lhe ajudará muito. Pense nisso!

 

Por Cátia Bazzan – Autora do livro Ame quem você é – Saiba que a melhor escolha é a sua / Proprietária do Espaço do Céu – Centro de Terapia Holística.

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