HomeLuz da SerraPerguntas e respostas feitas a Patrick sobre SEICHIM

Perguntas e respostas feitas a Patrick sobre SEICHIM

Introdução por Patrick Zeigler

“Quando Phoenix Summerfield começou a ensinar o Seichim, eu dei meu apoio e a encorajei 100%, eu não tentei definir o que Seichim era ou é, sempre deixando um espaço livre para cada pessoa sentir o que Seichim significava para si.

Depois descobri a Internet e achei que seria o local ideal para que todos pudessem discutir o Seichim e as suas origens. Aproveitei também para entrar nessas discussões. Algumas pessoas souberam que era EU, pois estava anônimo, mas outras não. Eu gostei de ser anônimo, porém esses dias estão terminados.

Uma lição que eu aprendi é que se não falo e compartilho a história de como o Seichim foi desenvolvido e que sou atualmente apenas outro Mestre, outra pessoa fará isto por mim.

Cada um de nós tem sua própria experiência com Seichim e eu não desejo definir o que Seichim é para outra pessoa.”

P.: O que Isis tem a ver com Seichim?

Eu só posso dar minha razão. Inicialmente a maioria dos Mestres de Seichim eram do sexo feminino. Uma Mestre que se chamava Deepa Slatetter e morava na Austrália vivendo na energia da Deusa, pode ser responsável pelo termo. Ela formou uma outra Mestra ? Mary Shaw ? em Isis Seichim.
Importante é que colocar o nome uma personalidade feminina exalta a auto-estima das mulheres, o que permite aprofundar sentimentos de força e conforto. O mesmo pode ser dito para homens e imagens de deidades masculinas.
No buscar para a posição de cura SEICHIM uma Deusa modelar, vê-se que Isis é uma das melhores. Ela é egípcia e SKHM é uma herança egípcia; assim, os dois foram combinados resultando o nome Isis Seichim. Também evoluindo fora do mesmo grupo veio Sekhmet que também foi chamado o guardião de Sekhem por muitos.

SKHM pode assumir uma entidade com que uma pessoa se conectou e com a qual se sente confortável. Muitas pessoas se sentem mais confortáveis com uma deidade do mesmo sexo, assim é isso que experimentam.

P.: Patrick, porque o nome tem tantas variações, ou seja, SKHM, Sekhem, Seichim, Seichem e todas as outras diferentes?

É preciso entender que essa energia foi canalizada por mim. Até mesmo durante a canalização eu continuei perguntando para Christine (Gerber) como foi soletrado e ela dizia que era SKHM. Assim quando eu regressei e olhei minhas notas, vi que tínhamos escrito isto aproximadamente de 4 ou 5 modos diferentes. Eu encontrei um formato “SEICH” outro “I” e outro ainda com “E” em lugar do “IM”. Então eu não descobri como escrever isto.

Começou sendo assim: falava-se Sheem na pronúncia de T?Om Seaman. Nessa época, nós só ficávamos junto um período pequeno de tempo e realmente nos comunicávamos muito pouco, muitas vezes por carta. Assim, quando Tom se foi, ele trabalhou com um Mestre Indiano que ouvira falar da palavra e então eles passaram a pronunciar “Saysheem”. E o Mestre lhe conta que na Índia havia um grupo de pessoas que havia praticado Saysheem e por isso ele continuou pronunciando Saysheem.

Phoenix, pronunciava de forma um pouco diferente, ou seja, “SayKem” e às vezes “SeKhem” que é muito árabe. Mas eu ainda falo hoje “Say Kem”; nós não temos forma para o KH em nosso idioma.

P.: Qual a diferença entre SEICHIM, SEKHEM e SKHM?

Seichim era a ortografia original como ensinei. Mas muitas vezes SEICHIM foi ensinado oralmente, e então, SEICHEM era pronunciado por alguns. Logo, as versões passaram a ser ensinadas junto com o REIKI. Sekhem era uma ortografia diferente para “energia” da força da vida usado por Egiptologistas e popularizada por Roberto Masters. Eu escolho não usar a ortografia Sekhem para não causar confusão.

Vários anos atrás eu comecei a usar a ortografia original. Esta mudança aconteceu junto com a mudança na estrutura da forma de como Seichim foi ensinado.

P.: Você considera esta energia uma forma de Reiki?

Eu sinto isto pela conexão que fiz quando estava no Egito. Fui escolhido pelo Reiki porque a energia de Reiki e a estrutura ao redor de Reiki eram importantes para mim aprender. As energias são unas. Eu não as separo. Assim se alguém vem a mim e pergunta se eu faço Reiki, eu digo, “sim, eu carrego a energia Reiki”. Eu não separo as energias REIKI e SEICHIM.

P.: Qual a sua opinião sobre sintonização à distância?

Minha experiência mostra que cada pessoas tem seu próprio modo de receber o melhor da energia. Alguns tendem a preferir a sintonização à distância enquanto outros preferem pessoalmente. Os que ministram classes de SKHM pessoalmente irão ver que minha visão de sintonização mudou bastante desde que SEICHIM foi canalizado.

Inicialmente, as sintonizações em SEICHIM eram baseadas num modelo de vário graus, em que os símbolos representavam graus. Este sistema cria uma dependência de um mestre que sintoniza o estudante para cada grau novo ou face. Eu realmente tive que perguntar o que realmente significa este processo. No final isto resulta no benefício de alguns que reivindicam ser os únicos que podem sintonizar outros para estes graus ou faces. Isto provocou muita desarmonia dentro da comunidade SEICHIM.

Cada um reivindicava que o seu SEICHIM era uma freqüência mais alta. As conclusões a que cheguei são de que não é o Mestre que traz a freqüência mais alta, mas a habilidade do receptor para poder receber a sintonização é que é determinante. Há vários fatores envolvidos no processo que eu chamo uma sintonização SKHM imediata.

O primeiro é a vontade para receber. Confiar é um fator determinante. Se uma pessoa não confia no Mestre, então o processo de sintonização pode ser bastante prejudicado, e essa confiança tem o mesmo fator independente se uma sintonização é feita pessoalmente ou à distância. Se a pessoa não CONFIA então na sintonização à distância a experiência não será diferente de uma sintonização pessoal. Houve muita discussão em muitos meios de Reiki sobre a validade de uma sintonização à distância. Nós sabemos que muitas pessoas tiveram grande sucesso com elas. Para mim desde que o indivíduo confie e tenha fé, tudo é possível. Eu aprendi que qualquer coisa é possível, e isto deixa a porta aberta para um milagre acontecer espontaneamente.

P.: Eu li sua história da pirâmide e estava emocionado por isto. Minha pergunta é essa: Eu vejo que você trabalha com o lótus (shenu e meditação); assim, onde e como exatamente você incluiu o lótus, porque o lotus não é parte de seu experimento na pirâmide? Isso é parte de algum outro experimento?

O lótus é uma parte integrante no simbolismo egípcio relativo a um novo despertar. Durante uma SKHM-Khet (sintonização) o Chacra da Coroa se abre como uma flor que se abre à luz.

O melhor modo para descrever a relação entre o Loto e a pirâmide é expressa no Cetro de SKHM Shenu.
O Cetro de SKHM Shenu representa como a luz branca Universal atravessa a Pirâmide e é transformada em um Espectro Radiante dos Raios.

Essa é a essência de SKHM.

A pirâmide representa a Trindade Universal; A primeira Criação dos Raios.

Aviso de Propriedade

Todos os conteúdos do site Luz da Serra são protegidos por copyright, o que significa que nenhum texto pode ser usado sem a permissão expressa de Luz da Serra Editora Ltda, mesmo citando a fonte.

A Luz da Serra é fruto do desejo dos amigos, e hoje sócios, Bruno Gimenes, Patrícia Cândido e Paulo Henrique T. Pereira, de transformar a vida das pessoas,trazendo bem-estar, saúde e prosperidade, a partir de uma nova consciência evolutiva através de paz, equilíbrio autoconhecimento e sucesso pessoal. Com mais de 15 anos de jornada, localizada na cidade de Nova Petropólis/RS, a instituição genuinamente espiritualista é referência no segmento da espiritualidade sem cunho religioso no Brasil. Mas na Luz da Serra também tem um bando de GENTE FELIZ que vive pelo mesmo PROPÓSITO: levar LUZ às pessoas! E que não estão neste mundão a passeio, gente linda que com a EMOÇÃO à flor da pele leva a MISSÃO da LUZ DA SERRA para onde for preciso, para onde precisar de mais SORRISOS!

Deixe um comentário

NENHUM COMENTÁRIO