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ORIGEM DO CASAMENTO. POR QUE NOS CASAMOS?

origem_do_casamento_por_que_nos_casamos_2Na verdade, a origem do casamento pode estar relacionada com a origem do próprio homem e a sua busca irracional pela perpetuação da espécie. A propósito, como está dito nas sagradas escrituras, em algum momento, quando Deus criou a raça humana, já definiu que ambos, homem e mulher, teriam de ter algum tipo de relacionamento para poder dar continuidade à sua criação. Podemos saber disto conforme o que está registrado na Bíblia: “Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou. Macho e fêmea os criou” (Gênesis 1.27).

Alguns historiadores afirmam que a origem do casamento da forma como o conhecemos remonta à história antiga de Roma, época quando surgiram as primeiras cerimônias religiosas com a presença de uma noiva. Antes disso, a noiva não precisava comparecer a evento algum, bastando cumprir um papel complementar na rotina do macho, o que incluía ter um habitáculo (habitação pequena) seguro, a fêmea (não necessariamente apenas uma) e, claro, uma prole.

Na Roma antiga, a noiva se vestia com trajes especiais para a ocasião, com direito a flores brancas nos cabelos e espinhos para fixar o penteado.

Sabemos que antigamente os parceiros eram escolhidos pelos familiares para garantir o patrimônio do noivo, da noiva ou de ambos. Fato que ainda se faz presente em algumas culturas. A própria palavra casamento é derivada de “casa”, nos indicando que este é um momento em que procuramos criar laços com alguém e ter convívio diário com esta pessoa.

Portanto, as pessoas casam-se por várias razões, mas normalmente fazem-no para dar visibilidade à sua relação afetiva, para buscar estabilidade econômica e social, para formar família, procriar e educar seus filhos, legitimar o relacionamento sexual ou para obter alguns direitos como à nacionalidade.

Emocionalmente, uma união como esta tem por objetivo, mesmo que inconscientemente, buscar no outro equilíbrio e paz para as emoções que temos em desequilíbrio, transferindo a tarefa para o cônjuge. E é aí que a confusão começa, pois a partir desta busca, projetamos nossas deficiências naquele que escolhemos como parceiro ou parceira. Independente do fato de ficarmos com quem sonhamos ou não, acabamos por fantasiar e esperamos ter um relacionamento perfeito. Ou, em outras palavras, projetamos que na relação, resolveremos todos os nossos problemas. Se nossa vida financeira é uma desgraça, procuramos alguém que tenha condições de melhorar esta questão; se temos dificuldades com o pai ou com a mãe, procuramos um companheiro ou companheira que nos ajude a resolver as emoções confusas, que nossos pais afloraram e assim por diante. O fato é que não encontraremos no outro aquilo que não temos internamente, mas mesmo assim agimos dessa forma.


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O resultado é que acabamos cobrando da outra pessoa que se comporte da forma como nós achamos que ela deva se comportar. Sendo assim, esperamos equivocadamente alguém que acabe com a solidão, a carência, a baixa-estima, o medo, a angústia e assim por diante. Quando isso acontece, há a transferência da responsabilidade, e a própria pessoa agindo dessa forma está colocando a responsabilidade da sua felicidade em mãos alheias. Isso é uma ilusão! Diz Bruno Gimenes.

Portanto, o primeiro relacionamento que podemos nos concentrar é aquele que temos com nós mesmos. Pois, se estamos aborrecidos, carentes, com baixa autoestima, não importa o quanto nosso companheiro seja carinhoso ou dedicado, não nos sentiremos amados, se não nos dermos amor.

Depois, precisamos considerar que a comunicação entre um casal é fundamental ­- um dos grandes problemas que vemos na vida a dois. Apesar de muitas coisas terem evoluído, esta falha ainda existe.

Na relação pode haver algumas situações, em que por falta de diálogo entre as duas pessoas, o rompimento sejainevitável. Para evitar que nosso relacionamento acabe por falta de conversa é preciso trabalhar esta questão.

Para começar, podemos utilizar o ensinamento que nos foi deixado – a regra de ouro: “não faça aos outros, aquilo que não quer que façam com você.” Por isso, qualquer dificuldade, seja qual for, pode ser avaliada sempre se “auto” analisando. Neste caso, é importantíssimo o diálogo a fim de descobrir o que cada um está vivendo. As conquistas, as frustrações, os medos, as tristezas e as alegrias. Entretanto, não dá para encher os ouvidos de quem ouve, sem prestar atenção no que o outro tem a dizer. Todos precisam ter seu momento para compartilhar e desabafar, mas com equilíbrio.

Uma união saudável possibilita que um dos parceiros mostre ao outro o caminho quando sentir que este vacila. Um deles pode ajudar gentilmente na “tomada de consciência” do outro, enquanto este se empenha para entrar novamente na sintonia. Mas jamais pensar que quem ajuda é mais evoluído. Pois o relacionamento precisa ser uma troca. Num determinado momento um ajuda e o outro recebe, e viceversa. E isso começa a acontecer quando rompemos com as barreiras das nossas limitações emocionais; do ego negativo (no sentido de pensar só em si próprio e no mundo que se vê, acreditando que só existe o que é plausível) e da falta de amor próprio. Agindo assim, poderemos assumir nossas vontades e deixar que nosso parceiro também as assuma. Isto porque, assim, compreendemos a necessidade do outro, e ele a nossa. O que nos dará condições de assumirmos nossos papéis neste mundo com confiança e sabedoria, compartilhando com alguém que está ou ficará na mesma sintonia.

Por Cátia Bazzan – Autora do livro “Ame quem você é – Saiba que a melhor escolha é a sua”

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