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ESPECIAL: OBSESSÃO NO CASAMENTO

Em entrevista concedida à Revista Cristão do Espiritismo, o professor Bruno J. Gimenes falou sobre o tema Obsessão no Casamento, confira: 

 

1 – Bruno, muitos casais passam por crises no relacionamento. Claro que o assunto é complexo e não dá para generalizar, mas, no seu entendimento, quais são os principais fatores que levam um casal a entrar em crise? (nestes casos, psicológicos, de personalidade e não mediúnicos)

 Naturalmente nos relacionamos com as pessoas por conta das afinidades que temos, mas em especial, as pessoas são atraídas umas as outras pela necessidade que elas tem de se harmonizar mutuamente. Em uma relação uma pessoa age como um gatilho para que o outro aflore emoções negativas de sua personalidade as quais ela precisa curar.  Ou seja, um atua como gatilho do outro. É normal que uma pessoa busque no outro equilíbrio e paz para as emoções que tem em desequilíbrio, transferindo a tarefa para o cônjuge. É aí que a confusão começa! Nunca podemos buscar no outro aquilo que não temos internamente, mas mesmo assim agimos dessa forma. O resultado é que acabamos cobrando que a outra pessoa se comporte da forma como nós achamos que ela deva se comportar.

Quando as cobranças surgem, a liberdade, a leveza, o respeito dão lugar para os conflitos que podem gerar a ruptura ou o caos no relacionamento. No casal, ambos precisam olhar para suas carências e falhas com objetivo de curá-las, jamais transferir essa tarefa para o outro.

2 – Muitas pessoas esperam um parceiro perfeito, mas se esquecem de que somos todos criaturas em amadurecimento espiritual. Isso atrapalha o relacionamento?

Uma pessoa espera equivocadamente alguém que irá acabar com a sua solidão, carência, baixa estima, medo, angústia e assim por diante. Quando isso acontece, há a transferência da responsabilidade, e a própria pessoa agindo dessa forma está colocando a responsabilidade da sua felicidade em mãos alheias. Isso é uma ilusão! Além disso, é aí que as obsessões emocionais começam, porque quando o parceiro(a) não corresponde a necessidade que a pessoa tem, então ela naturalmente começará com as cobranças, para que ele(a) se comporte de forma que lhe agrade. Isso não é amor incondicional, é amor condicional, é egoísmo, o que mostra claramente que todos nós ainda somos imaturos quanto as nossas emoções e consequentemente quanto as nossa consciência espiritual. Essa condição atrapalha muito os relacionamentos porque dessa forma construímos relações que existem condicionadas a ideia na qual o parceiro é responsável pela felicidade da parceira e vice-versa. Esse é um processo típico de obsessão emocional, muito comum nos dias de hoje.


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3 – Outro fator que pode atrapalhar muito um relacionamento é a questão da influência de espíritos obsessores. Os espíritos, em geral, podem influenciar nossos pensamentos? Como?

Quando o campo emocional do casal manifesta esse modelo ainda imaturo no que tange as carências e egoísmos, naturalmente há uma tendência para que interferências espirituais nocivas comecem a surgir. O aspecto espiritual é sempre uma extensão do físico, emocional e mental, pois estão todos interligados.

As obsessões espirituais atrapalham muito a vida do casal, porque sempre que forças externas estão agindo, a naturalidade e a leveza dos fatos alteram-se muito. Às vezes a absessão acontece em apenas um integrante do casal, em outras vezes nos dois separadamente. Também podem ocorrer nos dois ao mesmo tempo. Os tipos e as formas dessas entidades agirem são também muito variados, mas a causa que deu origem a obsessão é sempre a mesma: negligência espiritual. Essa negligência se constroi quando não há busca por reforma íntima, quando não há estudo sobre a evolução espiritual, quando não existem práticas como a meditação, a oração, o evangelho no lar, quando existem hábitos nocivos, vícios e falta de valores espirituais.

4 – Pelo que entendi, basicamente tudo é uma questão de sintonia mental/emocional… Não dá para jogar toda a culpa nos obsessores, né?

Com certeza! Colocar a culpa nos obsessores é covardia! Não estou dizendo que essas entidades sejam benéficas, mas apenas que elas agem de acordo com a sintonias dos cônjuges separadamente ou do casal. Em muitos casos, o trabalho desses espíritos se mostra muito simples, pois basicamente eles exploram as falhas emocionais de cada um e fazem com que elas sejam confrontadas em discussões simples nas quais naturalmente o caos surge. Portanto, a causa raiz é a nossa falta de amor, as nossas carências e como já disse, a nossa transferência de responsabilidade, pois queremos que o outro se comporte de forma confortável para nós, para continuarmos amando. Se não for assim, brigamos, choramos, nos magoamos e nos vitimizamos.

5 – Existem sintomas que indicam a atuação de espírito obsessor na vida do casal?

Existem, entretanto, a grande armadilha nesses casos é achar que ao mínimo sinal de que há uma crise  entre o casal, que já se considere que seja uma influência espiritual.

Os sinais mais básicos são a irritação exagerada, a vontade de brigar maior que a vontade de ficar em harmonia, a cobrança exacerbada de um comportamento e em especial quando a atitude de um ou de ambos esteja muito diferente (negativamente). Também acontecem casos em que a pessoa se comporta de forma descontrolada em um dia já no outro dia não consegue dizer porque se comportou daquele jeito, ou seja, quando a própria pessoa não se reconhece direito.

Uma questão muito importante nesse contexto é que atualmente a pornografia está explícita e aberta à todos: nas revistas, na TV e principalmente na internet. Quando uma pessoa se sintoniza com um filme adulto, ou uma revista de nudez, ela está abrindo a sua guarda espiritual para atrair espíritos obsessores que atuam nessas frequências. Portanto não é uma questão de moralismo exagerado, mas revistas, filmes, fotos, e vídeos da internet ligados a pornografia são muito nocivos, já que facilitam muito a ação de espíritos densos especializados nessa ação perniciosa.

6 – Pode acontecer de um espírito, inimigo de vidas passadas, querer prejudicar nosso casamento? Por que isso ocorre? É justo?

Pode acontecer sim em várias situações, as quais obviamente não temos como descrever amplamente, no entanto as mais ocorrentes. Um espírito em uma existência passada pode ter sido atrapalhado em sua vida amorosa por um dos integrantes de um relacionamento nessa vida. Pela lei do esquecimento o encarnado não tem consciência do passado, mas o obsessor espiritual se lembra de tudo e ainda está vibrando em um sentimento de vingança. Nesse caso ele pode se ligar ao seu desafeto na tentativa de lhe dar o troco, prejudicando-o em seu relacionamento. Também é possível que um espírito que anteriormente era ex marido ou ex mulher, o qual já desencarnou e não aceita que a pessoa a qual continuou na existência física, tenha um novo relacionamento. Intolerante ao fato, o espírito pode decidir agir na vida do casal para que não fiquem juntos. Mas como disse, existem diversos outros casos que poderiam ser contados.

Quanto à justiça, como já falamos, se uma obsessão entra é porque existe a porta que dá acesso a qual normalmente é a nossa falta de disciplina espiritual. Além disso, existem outros diversos fatores que precisam ser harmonizados, tudo isso pedindo mais amor, mais estudo, mas reforma íntima e mais dedicação a evolução da nossa consciência, portanto, tudo é perfeito

 e justo perante os olhos do Grande Espírito Criador.

7 – Mas nem todo espírito que atrapalha a vida de um casal é obsessor… tem aqueles que nem sabem que desencarnaram…

Quando os espíritos desencarnados eram da família do casal, isso acontece com mais facilidade. Como você disse, nesses casos, muitos nem percebem que desencarnaram. Existem Também espíritos sofredores que quase não tem consciência de que estão atrapalhando e também sem qualquer ligação familiar ou laço de amizade, podem ser atraídos por conta do padrão mental e emocional do casal. Esse tipo de obsessão é nociva, pois afeta negativamente o ambiente e a relação, mas em um nível menos intenso do que o de espíritos conscientes ou especializados.

8 – E como é, basicamente, uma obsessão? O espírito algoz fica hipnotizando a pessoa para que ela desista do parceiro? Inspira ideia de infidelidade? Como é isso?

As artimanhas dos espíritos das sombras são ilimitadas, pois normalmente as investidas feitas por espíritos especializados é patrocinada por instituições sombrias de grande escala e tecnologia, portanto, cada caso é um caso.

Em geral, os obsessores especializados atuam principalmente para evidenciar as falhas que cada um tem, tornando-as mais constantes e visíveis, para que o outro sinta-se encomodado e assim os conflitos surjam. Depois disso, com tranquilidade e sem nenhuma pressa, induzem hipnoticamente ao conflito, inserindo na tela mental de cada um, ideias e pensamentos que lhes pareçam próprias. Essas informações certamente conduzem a mais brigas, conflitos, cobranças e desamor.  Facilmente os integrantes da relação são induzidos por suas próprias fraquezas emocionais a transformar a relação em um conflito contínuo. Essa ação é muito grave porque quase nunca demonstra ideias que não encontrem afinidade com o ser que a teve, pois ressonam exatamente com o seu universo de pensamentos e sentimentos.

9 – Temos o livro Ativações Espirituais, de sua autoria, publicado em 2011. Nele você fala sobre implantes extrafísicos. Explique-nos um pouco sobre isso…

Os implantes extrafísicos são tecnologias desenvolvidas por entidades espirituais densas, especializadas no mal em diversos níveis. Esses dispositivos foram criados para facilitar o processo obsessivo e em especial para que pudesse ser feito à distância, sem a necessidade da presença constante de um ou mais espíritos obsessores. Além de prejudicar a pessoa parasitada estimulando atitudes e pensamentos negativos, também proporciona o roubo de energia vital que quase sempre é utilizada por entidades sombrias em outros empregos nos ambientes em que abrigam-se. Outras palavras, a ação dos implantes espirituais pode ser mais intensa, mais amplas, com muitas possibilidades, configurando-se uma arma muito poderosa nas mãos das entidades densas.

11 – Ocorrem obsessões fora do corpo, ou seja, quando o casal está dormindo, o obsessor pode se aproveitar para criar brigas e intrigas entre os parceiros?

Somos seres de diversos corpos, por isso o corpo físico não é a  matriz da obsessão espiritual. É o corpo espiritual o responsável pela interação entre o obsessor e suas artimanhas com a consciência do obsediado. Portanto, para que a obsessão espiritual aconteça com eficiência ampliada, ela precisa agir no corpo espiritual da pessoa, e para isso acontecer, o sono do corpo físico oferece a condição ideal.

Quando dormimos o corpo espiritual tem a tendência de se projetar para fora do corpo físico, em outras palavras, ele desacopla-se.  Nesse momento, o intercâmbio do espírito obsessor fica facilitado para que ele consiga realizar suas ações de obsessão, por meio de influência mental ou hipnose, implantes espirituais e outras formas de exercer a ação perniciosa. Entre uma série de artefatos utilizados, os obsessores frequentemente colocam na tela mental das pessoas, imagens e situações ? que manifestam-se como sonhos –  que mais tarde ao despertar do sono físico, afetaram muito o equilíbrio emocional daquele indivíduo, com mensagens que obviamente afetarão a vida do casal. São muitas formas, pois o plano denso se especializa mais a cada dia.

 

12 – E a famosa “amarração” ou separação de casal… Como isso ocorre?

Nesse caso a amarração é feita por uma das partes ou por alguém externo. Ela também se utiliza de rituais de magia negra, com propósitos distanciados de valores espirituais elevados, para estimular elementos que criem dependência emocional e por isso impossibilite que o relacionamento seja rompido.  Utilizando novamente das fraquezas emocionais dos indivíduos envolvidos na relação, espíritos especialistas em magia negra atuam através das práticas de indução mental, conduzindo suas vítimas a alimentarem uma necessidade de manter-se em comunhão com a outra pessoa.

No caso da separação, o mecanismo é o mesmo, entretanto, tais espíritos atuam justamente no sentido inverso, induzindo mentalmente por vários meios, que um ou os dois integrantes do casal, tenham idéias e atitudes que desconstruam quaisquer laços que os mantenham em união. Se pudéssemos ter consciência desses acontecimentos nas dimensões extrafísicas, assistindo como os espíritos especializados atuam em nossas fraquezas mentais e emocionais, realmente sentiríamos vergonha ao perceber que os responsáveis sempre somos nós.

13 – O que você acha dos motéis? Podemos atrair obsessores nestes lugares?

O quarto de um motel é um ambiente muito favorável a criação de formas pensamentos negativas, que ficam gravitando na aura do ambiente as quais possuem uma espécie de Inteligência própria. Formas de pensamento não são espíritos, mas entidades vivas criadas pela ação de pensamentos somados a emoções características. No caso em específico, os quartos de motéis, com grande facilidade tem seus ambientes extrafísicos contaminados por formas de pensamento de hipersexualidade, promiscuidade sexual, entre outras similares.

Quando essas formas de pensamento estão presentes em um ambiente, elas atraem com grande intensidade, espíritos desencarnados viciados nos prazeres do sexo exacerbado. Dessa forma, com grande facilidade, os casais que se encontram em motéis, podem ser facilmente vampirizados por diversas entidades as quais tem o propósito de extrair de seus corpos energéticos, as sensações corporais envolvidas na relação sexual.

Também, com grande frequência, muitas pessoas são estimuladas mentalmente – ainda que não saibam – a praticar o sexo compulsivo, para que assim possam servir de intermediários aos espíritos obsessores.

A visão do ambiente espiritual de um motel onde os quartos são afetados espiritualmente por essas formas de pensamento negativas, juntamente com os grupos de espíritos famintos por sexo, é algo deprimente que se pudesse ser visto pelos encarnados, causaria certamente um profundo choque emocional.

Poderíamos dizer que até é possível um casal manter relações sexuais em um quarto de motel, mas para que não tenham suas energias afetadas, seria necessária uma intensa limpeza energética – mesmo que temporária já que não residem ou são proprietários do ambiente – afim de promover a remoção das formas de pensamento e o encaminhamento dos irmãos extrafísicos presos ao vício do sexo.  Visto as dificuldades do processo, parece sensato evitar esses ambientes, ou ao menos não frequentá-los com assiduidade.

14 – Os espíritos obsessores podem se aproveitar do ato sexual de suas vítimas encarnadas? Como? Praticando o sexo junto? “Roubando” energia sexual?

Sim, como citado anteriormente, eles podem aproveitar o ato sexual para obsediar os encarnados sugando-lhes as impressões causadas pelas sensações do ato sexual que ficam impregnadas em suas auras.  Em alguns casos é possível ver fisicamente apenas o casal se relacionando, entretanto na dimensão extrafísica, podem existir mais de dez espíritos, tanto de homens, quanto de mulheres, sugando-lhes as energias. É uma situação muito complicada do ponto de vista da obsessão de fluidos vitais.

15 – Como fazer, Bruno, para que o casal se proteja dos assédios extrafísicos, das obsessões? Basta o Evangelho no Lar?

Para isso não existe um só remédio! O casal precisa combinar uma série comportamentos individuais e coletivos para que assim alcancem o patamar de harmonia.  O Evangelho no lar é uma ferramenta eficiente se após a prática da leitura e da oração, ambos continuem a aplicar o que aprenderam na vida prática. É preciso haver bussca, estudo, meditação e oração constantes. Ambos precisam encontrar autoestima, fé, tranquilidade e confiança internamente, para que não comecem as cobranças.

É necessário viver uma vida pautada na verdade a cada ato, na busca por crescimento espiritual e consciencial constante. Além disso, faz-se necessário cultivar hábitos saudáveis de alimentação, que não contenham o álcool, as drogas, a nutrição desregrada, porque somos seres de muitos corpos, portanto só seremos saudáveis e felizes se realmente soubermos cuidar de todos com equilíbrio. ?Orai e Vigiai? resume tudo, não se pode perder o foco no que realmente importa: o amor em todos os atos.

16 – Muito espírita que acha que tem que suportar um relacionamento insustentável, que está à beira da agressão física ou de grande desastre moral… Nestes casos, a separação, o divórcio, com respeito e espírito fraterno não seria a melhor solução?

Não podemos dizer que exista regra, pois cada caso é único, ou seja, não podemos ser deterministas ao analisar as situações. Quando o determinismo entra, a harmonia foge! Entretanto existem muitos sinais que podem indicar que você deve praticar o perdão, tolerar e acreditar no relacionamento ou encerrá-lo o quanto antes.

É razoável pensar que duas pessoas só se unem com o propósito de se tornarem melhores juntas, dessa forma, essa união promove um crescimento, uma maior energia, e assim o sucesso acontece, em todos os sentidos. Quando duas pessoas se aproximam, elas devem manter-se juntas sempre que a evolução e o amor forem mantidos, também o respeito e a força de cada um separadamente devem crescer! Esse é um bom indício de que o relacionamento é saudável.  A pessoa deve olhar para o seu relacionamento e se perguntar: Eu estou evoluindo junto com a outra pessoa? A pessoa está evoluindo comigo? Nós juntos somos mais fortes do que separados? Quando estamos próximos, nossa energia positiva aumenta? Nossa harmonia se fortalece?

Obviamente que se o seu relacionamento for saudável a resposta será SIM!
Mas quando nem um, nem outro crescem na relação, as cobranças surgem e o amor escapa, não há evolução, não há crescimento, portanto a intoxicação acontece. Da intoxicação pode surgir a obsessão ou seu oposto que é a repulsão. Ambas são terríveis manifestações de desamor. Nesses casos o mais sensato seria a separação, mesmo porque, como a alma é imortal, certamente esses espíritos em conflito poderão escolher um novo momento, provavelmente em umaoutra vida, para novamente procurarem se harmonizar.

17 – Para encerrar, qual é seu conselho para que o casal possa viver em harmonia?

Cada um individualmente precisa buscar sua realização, harmonia, autoestima, portanto precisa evoluir sozinho antes, para depois somar alegria e amor na relação. O maior e mais comum erro é transferir para o outro a responsabilidade interna de conquistar harmonia, autorrealização, plenitude e alegria. Quando isso acontece, fica praticamente impossível que o amor germine. Portanto cure-se, pois assim você também irá curar o seu relacionamento.

Outra dica que vale muito e que cura tudo é a admiração. Substitua a crítica pela prática de elogiar o outro. Você pode fazer isso presencialmente e verbalmente, mas também pode fazer no pensamento. Sempre que a vontade de criticar a outra pessoa surgir, faça um esforço de se concentrar nas qualidades que ela tem e assim ignore seus defeitos.  No começo dá um pouco de trabalho, mas com o tempo os resultados aparecem nítidos e profundos, e podem fazer um milagre na vida de qualquer casal.

 

Por Bruno J. Gimenes

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