Vigiai e orai: o poder das conversas negativas

Já parou para refletir por que as pessoas adoram conversar sobre desgraças, doenças, dores e remédios? Esses assuntos estão muito presentes no cotidiano das pessoas. E com muita facilidade esses temas se desenvolvem. Neste artigo, vamos listar alguns momentos que você precisa colocar em prática aquele trecho da bíblia: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação” (Mateus, 26.41) e acabe se deixando contagiar com a energia negativa.

Idoso fica triste durante conversa com homem jovem

Antes de mais nada, observe como as pessoas andam carentes e egocêntricas. E o nível desse mau hábito é tão alto, que elas já estão tão acostumadas a externalizar suas mazelas, sem perceber quanto influenciam negativamente quem está ao seu redor. Tanto quem fala, quanto quem escuta. 

De tal modo que muitas pessoas vão ler este texto e até concordar com tudo que está escrito aqui. No entanto, não vão se dar conta que também fazem parte desse grupo que em sua rotina inclui longas discussões sobre doenças, dores, desgraças e outras nocividades.

Precisamos começar a vigiar cada assunto que falamos. “Vigiai e orai”, porque você provavelmente vai concordar com o que está lendo, mas de nada vai ajudar se você não cuidar atentamente para não desenvolver ou manter esse hábito negativo.

Racionalmente, a gente concorda com a teoria de evitar ao máximo os temas negativos nas conversas, compreendendo os seus malefícios. Só que colocar em prática, efetivamente, criando um hábito consistente, não é tão fácil.

As pessoas adoram falar sobre dores e doenças. Até parece que sentem prazer! Se sentem realizadas por conhecer nomes e mais nomes de medicações. Ficamos horas e horas ouvindo histórias tristes sobre doenças e desgraças, mergulhando profundamente por várias e várias vezes naquela emoção negativa que já foi vivida e que ficou no passado.

Não é questão de desprezar os sofrimentos da vida, ignorando a dor. Ficar relembrando o tempo todo algo ruim que já aconteceu, revivendo isso no pensamento e nas emoções, aí já é uma insanidade.

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Vigiai e orai nas rodas de conversa com amigos

Pessoas conversam em volta de uma mesa

É muito comum em uma roda de amigos rolar o seguinte diálogo: – Nossa! Vocês viram o fulano? Ele foi operado e está mal! – Pior o Ciclano! Ele também contraiu covid-19 e foi entubado.

O que acontece na maioria das vezes é que os outros do grupo, que ainda não falaram nada, acabam sendo estimulados e não resistem à “tentação”. Precisam também contar as suas histórias tristes.

E quando a conversa gira em torno de uma doença específica?! Sempre tem aquela pessoa que conhece tudo sobre o tema: os melhores remédios, tratamentos, e principalmente os piores e melhores médicos. Alguém sempre recomenda um remédio milagroso!

É perceptível que todas essas pessoas sentem muita dor, porque estão o tempo inteiro em ressonância com esse tema. Não só no físico, mas na mente e nos hábitos. Se o ser humano quiser se curar de verdade, esse costume precisa ser radicalmente mudado.

As pessoas não querem sofrer nem serem magoadas, mas adoram ficar contando para as outras suas histórias tristes. Não querem sentir dor nem ficar doentes, mas se rendem ao hábito de falar insistentemente sobre o tema.

Vigiai e orai ao visitar uma pessoa doente

Mulher doente na cama de um hospital

Quando acontece um acidente automobilístico, por exemplo, amigos e familiares se espantam e comentam bastante o ocorrido. Se o acidentado sobrevive, todos querem visitá-lo.

É fato que muitas pessoas são carinhosas e querem dar apoio. Mas algumas, mesmo vendo a fragilidade física e psicologicamente do acidentado, às vezes ainda acamado, desenvolvem ali na visita longas e inconvenientes histórias sobre acidentes, mortes no trânsito, etc.

Esse tipo de intervenção só piora o estado médico e emocional da pessoa! Quem está doente precisa conversar sobre temas que levantam o astral, não o contrário.

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Vigiai e orai em velórios

Velas acesas

Quer um lugar mais propício para conversas negativas que velório?! A cena do caixão estimula, quase sempre, lembranças não só do desencarnado da ocasião, mas de todas as pessoas que perdemos.

Sempre tem alguém para comentar algo parecido: “No enterro do meu tio estava chovendo e foi bem difícil. Tomara que na hora do sepultamento não chova”. Outra pessoas já retruca: “No enterro do meu vizinho fazia um sol de rachar”. E os comentários são daí para pior. Um tema vai puxando o outro, sem trégua.

Em momentos como esse, o melhor é ficar em silêncio. Prefira fazer uma oração. Ao consolar quem perdeu o ente querido, fale apenas o indispensável!

Essas três situações citadas neste artigo fazem parte da vida de 99% das pessoas. O pior é que nem percebemos como tudo isso pode nutrir sentimentos e emoções negativas, que são a causa da maioria das doenças e males que nos afligem diariamente.

Falamos coisas com tanta naturalidade, que simplesmente não percebemos que, muitas vezes, são extremamente nocivas ao equilíbrio e à paz, tanto da pessoa quanto do ambiente. Passe a vigiar cada vez mais tudo o que você fala! Isso vai ajudar você e o seu próximo. Pense nisso!

Redação Luz da Serra

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