As causas energéticas das doenças

Os chakras estão presentes na anatomia sutil; já, no corpo físico, são representados pelas glândulas endócrinas principais. Cada camada do campo sutil apresenta diferentes frequências e funções e, para que haja saúde física, mental e espiritual, é necessária a perfeita interação entre essas camadas, os chakras e o corpo físico.

Funções dos chakras

Todos os movimentos, ou fluxos energéticos ocorridos nos chakras, refletem reações em cada glândula endócrina correspondente no corpo físico. Assim, podemos dizer que o chakra é o componente energético que estimula a glândula para o seu pleno funcionamento. A glândula abastecida e vitalizada desempenha seu papel de secretar substâncias como hormônios e outras secreções naturais, essenciais para o bom funcionamento do organismo. 

Quando um chakra está debilitado, não gera energia suficiente para estimular a glândula a exercer sua função, o que é imprescindível. Assim ocorre uma carência nas suas secreções vitais em determinadas regiões do corpo físico. Essas deficiências, em sua grande maioria, são manifestadas na forma de doenças, o que leva o indivíduo, muitas vezes, à necessidade de supri-las com medicamentos farmacológicos (alopáticos).

Por outro lado, se há vitalidade no fluxo energético dos chacras, que são a ponte entre o universo e o corpo físico, não há reflexo negativo no corpo, tampouco há o aparecimento de doenças.

Onde nascem as doenças?

A vitalidade dos chakras está intimamente relacionada à saúde física, mental, emocional e espiritual. Na vida cotidiana, o indivíduo enfrenta um amplo universo de sensações, emoções, sentimentos e pensamentos que governam a sua harmonia e equilíbrio energético. Quando os sentimentos negativos são gerados pela mágoa, raiva, ódio, medo, insegurança, tristeza, decepção, entre outros, o campo energético sofre alterações em seu fluxo normal. 

Essas alterações criam padrões diferentes para a energia, que começa a se concentrar em pontos específicos (normalmente na região dos chakras, no campo de energia e sobre os órgãos do corpo físico). A essas concentrações damos o nome de bloqueios energéticos, já que travam a passagem do fluxo natural da energia vital.

Quando o fluxo de energia vital fica debilitado, os chakras não atuam em sua plenitude. Consequentemente, não convertem toda a energia para a glândula correspondente, a quantidade de secreções naturais produzidas diminui, o que resulta no desequilíbrio orgânico. Esse desequilíbrio é desencadeado no chakra (e nos órgãos físicos próximos) que corresponde aos aspectos da pessoa que está em desarmonia e, consequentemente, apresenta doenças.

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Como o bloqueio energético te afeta

As glândulas atuam como pequenas indústrias essenciais no organismo e o combustível para o pleno funcionamento é a energia vital refletida pelo chakra. Como espelhos refletores de energia, os chakras perdem seu poder de refleti-la quando os bloqueios são formados. Então, essas indústrias essenciais não são estimuladas a trabalhar e o organismo sofre com isso, tornando-se predisposto a contrair doenças.

Quando o bloqueio energético existente permanece por muitos anos seguidos, o “espelho se quebra” e a luz que reflete a energia vital cessa totalmente. Nesses casos, doenças graves são contraídas, como as crônicas: câncer, diabetes, entre outras.

Exemplos de doenças ocasionadas pelo desequilíbrio energético

Exemplo 1: conflito com cônjuge

Uma pessoa que vive em conflito com seu cônjuge, não consegue se harmonizar. O nível dos relacionamentos está ligado à função do segundo centro de energia, na região sacral. Esse conflito emocional provoca no segundo chakra um distúrbio energético que vai desequilibrar as glândulas gônadas e todos os órgãos próximos ao ponto em questão. Nesse momento, o conflito, que era apenas no campo das emoções (considerado equivocadamente pela medicina convencional como intangível), começa a se manifestar na fisiologia humana, gerando consequentes dores, que mais tarde podem materializar doenças como cisto no ovário, por exemplo.

Exemplo 2: não consegue se expressar

A pessoa que não consegue se expressar, “não tem boca para nada”, vive “engolindo sapos”, não consegue expor suas vontades e vive cedendo pelo fato de não conseguir verbalizar suas ideias e sentimentos. Essa conduta desenvolve, no quinto chakra na região da garganta, uma redução no fluxo de energia que, por consequência, provoca alteração na glândula tireoide, mostrando mais um caso de materialização de doença, como dores e inflamações de garganta constantes, hipotireoidismo, entre outras.

Esses exemplos, entre milhares que poderiam ser citados, mostram claramente que nossos conflitos emocionais, nos mais diversos aspectos da nossa existência, precisam ser sempre harmonizados, caso contrário, criaremos a nossa própria doença.

Muita luz,

Bruno J. Gimenes

Bruno J. Gimenes

Bruno J. Gimenes

Um dos responsáveis pela expansão da Espiritualidade no Brasil, é personalidade referência nesta área, além de Diretor de Conteúdo e Cofundador da Instituição Luz da Serra. É professor, palestrante com mais de 1800 palestras realizadas e autor de 16 livros (dois deles já entraram diversas vezes no ranking dos mais vendidos da revista Veja). Bruno Gimenes é destaque nas redes sociais produzindo vídeos no canal Luz da Serra no YouTube, que já ultrapassaram a barreira dos 31 milhões de visualizações ao ano. Mais de 25 mil alunos já participaram de seus cursos e treinamentos online.

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