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A MORTE E O PROCESSO DE LUTO

A morte e o ato de morrer são temas que provocam frequentemente discussões.
 Discutir o que representa o desencarne e como as pessoas encaram a sua morte pode apresentar dificuldades por conter significados subjacentes: – O de refletir sobre a nossa própria morte e sobre como será o nosso morrer.

Ninguém esta livre do medo da morte, que se encontra a todo instante em nosso funcionamento mental. Se esse medo fosse constantemente consciente, seríamos incapazes de realizar as nossas atividades normalmente.

A temática da morte, de certo modo, ainda é um tabu para o ser humano. Refletir sobre a morte remete o sujeito a pensar a respeito de sua finitude, o que provoca, algumas vezes, sentimento de temor, angústia e ansiedade. O luto é uma experiência que todo ser humano passará, pois é inevitável.

    É indescritível o tremendo sofrimento que advém da perda de alguém que nos é

querido, pois jamais alguma palavra conseguiria abarcar uma dor que aparenta ser

incomensurável. Face a qualquer perda significativa, de uma pessoa ou até de um objecto estimado, desenrola-se um processo necessário e fundamental para que o vazio deixado, com o tempo, possa voltar a ser preenchido. Esse processo é denominado de luto e consiste numa adaptação à perda, envolvendo uma série de tarefas ou fases para que tal aconteça.

Uma estratégia utilizada para negar a finalidade da morte é o espiritualismo. A esperança de reunião com a pessoa morta é o sentimento normal, principalmente nos primeiros dias e semanas após a perda.

Chegar a uma aceitação da perda leva tempo, pois envolve não só uma aceitação  intelectual, mas também emocional, esta última sendo mais morosa. A crença e descrença

alternam enquanto se permanece nesta tarefa.

  Wagner Borges em seu livro – Falando de Vida após a Morte, fala sobre questões que envolvem a perda de alguém e da administração sadia dessa experiência. “Não há morte, só renascimento, não há fim, apenas recomeço” .

Quando se é espiritualizado e se acredita que há vida após a morte, e que não existe perda, apenas afastamento temporário, com certeza o processo de luto e de dor acontece mais naturalmente e nos conforta.

  Mas acima de tudo, o importante é não temer a morte. Ela faz parte do processo evolutivo. Devemos viver de maneira prudente, fazer o bem que puder e quando soar seu momento, ir sem medo. Mas nunca a busque ou a precipite. Tudo tem seu momento na vida e todos temos algo a fazer num tempo programado. Para aqueles que foram antes, guarde a convicção de breve reencontro e ore pela felicidade deles. Eles receberão a mensagem de seu coração.

 

Deise Kipper – [email protected]

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