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A finalidade da reencarnação

Por: Vivi Draghetti

Inicialmente, convém mencionar que a reencarnação, de acordo com meu entendimento, deve ser abordada de forma científica, como uma lei natural, tal como a lei da gravidade e não sob aspectos religiosos.

Com efeito, a finalidade de reencarnarmos é continuar o caminho evolutivo interrompido com o desencarne do corpo físico, ou seja, evoluir espiritualmente. Isto é, curar nossas inferioridades primeiramente, nos harmonizarmos com espíritos conflitantes em segundo lugar e, por último, dar bons exemplos.

Hipoteticamente, pouco proveito faremos da nova oportunidade de voltarmos a Terra para evoluir, se não curarmos as nossas inferioridades, ou seja, sentirmos menos raiva, menos irritação, menos impaciência, entre tanto outros sentimentos inferiores que nos afligem e que muitas vezes, não é tarefa fácil, controlá-los e vencê-los.

Entretanto, nem sempre aproveitamos a encarnação atual de forma satisfatória, pois como mencionado por Mauro Kwitko, em sua obra Como aproveitar sua encarnação, ?nossa sociedade é baseada no passatempo e não no aproveita-o-tempo.?

Esquecemos que viemos para a Terra a fim de nos melhorarmos, curar nosso medos, fobias, sentimentos inferiores, pois nos iludimos com os rótulos e cascas, esquecemos, também, que somos seres espirituais, uma consciência, vivendo uma experiência material e pensamos erroneamente que somos a “casca”.


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Desta forma, nos desequilibramos, nos desconectamos da Fonte e, na maioria das vezes por situações cotidianas, de pouca relevância, damos maior importância às aparências, bens materiais e deixamos de cuidar de nossa mente e espírito. Somente quando a dor bate à nossa porta, revemos esses aspectos deixados de lado e que são de extrema relevância.

Contudo, importante mencionar que a “casca” também é importante, pois é a morada de nossa consciência, o veículo pelo qual seguimos na jornada evolutiva, a qual devemos respeito e cuidados.

Outro fator que dificulta nossa jornada evolutiva é o fato de nos fazermos de vítimas das situações, encontrando culpados para justificamos nossos sentimentos e emoções inferiores.

Esquecemos que a família é a união de espíritos unidos por laços kármicos e de afinidade e, em conformidade com a Lei do Retorno (karma) o que nos acontece nesta atual encarnação é consequência de como “agimos e sentimos” em outras existências, isto é, de acordo com nosso merecimento.

Além disso, os atuais pais, irmãos e pessoas próximas foram feitos sob medida e escolhidos por nós antes de voltarmos à Terra, a fim de nos auxiliar na jornada evolutiva.

Ademais, nossa personalidade é congênita, não é formada na infância, mas aflorada neste período. A infância não é o início de tudo, pois já nascemos com uma personalidade, à medida que nossa alma é imortal.

Assim, para nossas inferioridades serem curadas existem os “gatilhos”, aquelas pessoas que fazem com que os sentimentos negativos (inferioridades) aflorem, possibilitando, desta forma, a cura dos mesmos.

E, se não fosse desta maneira, como iríamos curar nossa raiva, por exemplo, se não sabemos que temos que curar este sentimento, se ninguém nos faz sentir raiva?

Por isso, temos que agradecer a Deus por colocar estes gatilhos em nosso caminho, que nos fazer perceber o quanto somos seres imperfeitos, alunos repetente e precisamos purificar e melhorar nosso espírito.

Isso porque, muitas vezes encarnamos diversas vezes, até séculos, a fim de curar um sentimento inferior. E normalmente, os sentimentos inferiores são os mais fortes, mais difíceis de dominar, pois podem estar conosco a séculos, milênios, talvez. Assim, se sentimos raiva, viemos curar a raiva, se sentimos carência, viemos curar a carência, se sentimos medo, viemos curar medo e, assim por diante.

É por isso que estamos aqui encarnados, neste momento tão importante e, quando começamos a entender a razão dos acontecimentos, pessoas e situações presentes à nossa volta, sem nos fazermos de “vítimas”, a jornada evolutiva se torna mais leve e feliz e nos tornamos pessoas mais conscientes e despertas para as necessidades da alma.

Por: Vivi Draghetti
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