Pequenas escolhas, grandes consequências

Por:Nicolas Augusto Fürst

Você já percebeu que nossa vida é tomada por milhares de pequenas escolhas, todos os dias, todas as horas, todos os minutos? Já se deu conta de que estas decisões, mesmo que aparentemente insignificantes, podem acarretar (e provavelmente acarretarão) grandes conseqüências?

Pois é, conversando há pouco com minha esposa, refletíamos algumas opções que temos disponíveis a todos instante em nossa vida, e que na maioria das vezes não nos damos conta da real importância de cada escolha.

Quando nos alimentamos, por exemplo, muitas vezes chegamos a momentos em que podemos escolher entre uma alimentação saudável e natural, ou, em contraponto, uma nutrição rápida, fácil e com pouco valor energético. Qual escolhemos na maioria das vezes? Bem, a resposta nem precisa ser dada...

Ocorre que, em alguma época, por indicação de amigos ou profissionais, tomamos consciência da importância da alimentação saudável, e, a partir de então, adotamos um estilo ?adequado? para o nosso corpo.

Mas aí perguntamos: por que não tomamos tal atitude antes, ou ainda, por que mesmo depois de tomar a decisão correta escorregamos e retornamos àquela fase inicial?

A resposta já foi dada acima: consciência e discernimento é a solução!

Consciência de sabermos que somos corpo, alma e mente, e de que o primeiro sustenta fisicamente (desculpe-nos a redundância) os outros dois, e discernimento quanto ao fato de que a mente é a responsável por conduzir os demais na rotina diária, e que o conteúdo e as necessidades lançadas na mente podem ser, sim, controladas por nós mesmos.

No que tange à questão energética, vibrátil ou sutil, também verificamos inúmeras pequenas escolhas que acabam gerando grandes resultados, na maioria das vezes sem que os percebamos.

Quem possui um mínimo conhecimento sobre a importância do equilíbrio energético (ou campo sutil, ou chacras) em nossa vida, sabe que determinados lugares apresentam uma energia (ou psiquismo) mais ?pesada? e ?densa? do que outros, seja devido à vibração do próprio local, seja devido às formas de pensamento geradas pelas pessoas que ali se encontram, ou ainda em decorrência da própria atividade (profissional, esportiva, etc.) ali praticada.

Mas, mesmo assim, quando percebemos, já escolhemos um destes lugares mais pesados para lazer, entretenimento ou trabalho, e depois ficamos dias sentindo aquela dor de cabeça, aquele desconforto ou mesmo aquele cansaço todo no corpo.

Vale a pena perguntar: por que ainda tomamos estas decisões que nos prejudicam mais tarde, ou melhor, nos afetam instantaneamente, mas apenas sentimos os efeitos somente depois?

Realizamos tais escolhas devido às ?necessidades? de interação social, de ?fazer parte? de algum grupo, ou, em resumo, devido ao medo de sermos rotulados pelos outros como ?diferentes?, o que nos levaria a uma certa exclusão social. Em razão destes fatos, muitas vezes deixamos de fazer aquilo que nos dá prazer e nos deixa em paz de espírito, pois esquecemos que nos dar atenção própria é muito saudável, principalmente quando respeitamos o próximo.

Para finalizar, pergunto: o que é melhor, um jantar em família ou com os amigos no sábado à noite, seguido de um belo filme, depois uma caminhada no domingo pela manhã e um chimarrão à tarde na praça, OU um programa ?pesado? no sábado à noite, passando todo o domingo em casa totalmente exaurido devido ao cansaço mental e energético, deixando o sol brilhar lá fora sem a sua presença?

Assim como nós sabemos a resposta, a consciência e o discernimento também já sabem, pois equilíbrio espiritual e vigilância da alma nunca são demais, não é mesmo?

Por: Nicolas Augusto Furst

Estudante da vida e do comportamento humano.

Fale com Nicolas, envie seu comentário: nicofurst@terra.com.br


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