HomeFitoenergéticaIncenso – uma das formas mais antigas de uso das plantas

Incenso – uma das formas mais antigas de uso das plantas

Desde os primeiros tempos da humanidade, as civilizações antigas usavam plantas aromáticas. Sabe-se que elas começaram a ser aplicadas à medicina e à culinária, no período Neolítico. Depois de um tempo, começaram a ser queimadas para perfumar ambientes e criar o clima perfeito para rituais religiosos e mágicos, mas não se sabe exatamente quando se iniciou essa prática.

Os homens antigos acreditavam que o incenso tinha potencial ritualístico e mágico, e tornou-se um instrumento para criar um clima propício para o estado de espírito, o estado emocional desejado. Hoje conhecemos esse uso das ervas pelo nome incenso.

Essa palavra vem do latim “incendere”, que significa queimar, incendiar. Portanto, pela queima de qualquer parte de plantas aromáticas (como cascas, raízes, flores, madeiras, resinas), a sua fumaça é capaz de modificar o estado de espírito das pessoas e do próprio ambiente. As plantas mais usadas para esse fim, no começo, foram o sândalo, o olíbano, mirra, benjoim, cânfora, sálvia branca, capim limão, tomilho, entre outras.

Há indícios de que os egípcios foram os primeiros a usarem e confeccionarem incensos.  Com o passar do tempo, outros povos, como os chineses, hindus, judeus, gregos, romanos, aderiram esse costume.

Incenso faz mal?

Depende de como é usado e do que é feito. Os incensos mais tradicionais são feitos de várias partes da planta, ou a partir de sua resina e óleos essenciais, mas há muitos vendidos em maior escala que não contêm esses ingredientes – muitos são feitos com essências não naturais, carvão e derivados de petróleo, que fazem mal à saúde.

De uns anos para cá, houve um aumento do interesse pelo uso de incensos para fazer dos ambientes domésticos e íntimos um local mais aconchegante e agradável. Essa faceta é muito explorada e aplicada pela Aromaterapia atualmente, e muita gente pode se enganar com a oferta abundante em qualquer loja de variedades. Para comprar e usar, esteja atento à composição: um bom incenso não contém carvão, derivados de petróleo (como o óleo mineral) e nem essência.

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A fumaça que sai do incenso é usada para purificar ou abençoar; nossos ancestrais usavam incensos em casa porque acreditavam no poder protetor contra pragas e doenças. Incensos feitos de tomilho e capim limão, por exemplo, são ainda hoje usados por suas propriedades antissépticas e curativas. Antes da descoberta dos antibióticos, conta-se que várias ervas eram queimadas nos quartos de doentes e nas enfermarias dos hospitais.

Incensos na Fitoenergética

Entre todas as formas de usar a Fitoenergética, os incensos são os únicos a serem utilizados apenas em rituais. Isso quer dizer que é possível utilizá-los para meditar, para fazer pedidos (por exemplo, para conseguir atingir uma meta) de projetos pessoais ou de pessoas que pediram nossa ajuda (por um parente ou amigo), elevação dos pensamentos, meditação em grupo etc. Portanto, o incenso é utilizado em tratamento fitoenergético.

Os incensos também são usados para realizar limpeza energética do seu corpo, de ambientes, do seu lar, do seu espaço pessoal. Quando você quiser garantir que o ambiente está protegido e limpo energeticamente, basta fazer uma limpeza com incenso, passeando com ele por todos os cantos.

O que acontece na queima do incenso?

Do ponto de vista da Fitoenergética, quando o fogo queima a planta, ele libera toda a energia latente acumulada durante o desenvolvimento da planta. Desde a germinação, todos os elementos da natureza atuaram sobre ela; o potencial do ar, da água, da terra e do fogo que participaram do processo de crescimento da planta torna-se disponível junto com a energia psíquica da planta quando ativamos com consciência.

Ao ativar todas as energias citadas, o incenso torna-se uma ferramenta poderosa para rituais e cerimônias. Durante a queima, além de todas as energias, é plasmado um potencial energético limpo, como uma folha em branco para colocar a sua intenção, seus pedidos e desejos. Portanto, toda vez que você queimar um incenso, foque sua mente nas intenções que você tem, esteja consciente do que deseja e do que pensa enquanto queima um incenso de ervas.

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Já do ponto de vista de outras terapias complementares como a Aromaterapia, ao queimar incensos naturais, as moléculas de óleos essenciais da planta se dispersam no ar. Essas moléculas entram em contato com o nosso sistema olfativo ou com a nossa pele; depois, as informações sensoriais chegam ao cérebro, onde se processam as mudanças de estado mental e emocional, evocando memórias e lembranças associadas ao efeito causado pelo incenso. Os efeitos podem ser: relaxante, estimulante, energizante, calmante, antisséptico, curativo, depurador, entre outros.

Como fazer incenso

Um incenso de ervas fitoenergético pode ser feito por meio da desidratação de galhos e ramos de plantas. É preciso que os galhos fiquem secos para que queimem facilmente, e que tenham mais ou menos 15 cm de comprimento. É importante dizer que nem toda planta pode ser queimada. Prefira as mais utilizadas, como sálvia, alecrim, alfazema, mirra, capim limão…

Os galhos e ramos podem ser desidratados naturalmente pela exposição a um ambiente seco – essa é uma forma que não exige muito conhecimento, apenas um ambiente com pouca umidade. Depois de desidratá-los, cuidando para que não criem bolor ou fiquem esturricados, use um pedaço de folha de seda para enrolar os galhos, de modo que você consiga pegá-los como se fosse um charuto.

Amarre as duas pontas desse rolinho com barbante. Depois, rasgue o papel na ponta de cima para queimar as partes da planta. Antes de acender, faça uma ativação da energia da planta, como é feita no ritual de chá:

  • Com uma mão, segure o incenso enrolado, e repouse a outra mão sobre seu coração. Feche os olhos, respire profundamente até que se tranquilize totalmente. Concentre-se em sentir plenamente as batidas do seu coração em sua mão.
  • Imagine e sinta que a outra mão que segura o incenso acompanha essa mesma pulsação.
  • Em seguida, sinta, visualize que, a cada pulsar do seu coração, o incenso recebe pulsações coloridas que alternam entre um verde brilhante e um prata cintilante. Mantenha essa sintonia, acreditando nesse pulsar verde e prata, na frequência do seu coração.
  • Após alguns minutos, abra os olhos novamente e acenda o incenso.  Queime-o com a intenção focada naquilo que deseja, seja a limpeza do ambiente, ou dos seus pensamentos, um pedido, ou alguma outra questão.
  • Depois de alguns minutos, apague o incenso, ou deixe que ele apague sozinho. Você pode guardar o que sobrou do incenso para utilizar outras vezes.

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Um forte abraço e até a próxima!

Redação Luz da Serra

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1 COMENTÁRIO
  • Laise Lima / 09/01/2017

    Eu estou comprometida com todos os conhecimentos da fitoenergética para mudar tudo em minha vida. Grata.