HomeFitoenergéticaA CHOCANTE verdade sobre a indústria de remédios (você não vai gostar de saber)

A CHOCANTE verdade sobre a indústria de remédios (você não vai gostar de saber)

Você passa por alguns maus bocados e imediatamente recorre aos remédios?

Você já tomou ou toma algum remédio controlado ou tarja preta?

A caixa de remédios na sua casa é do tamanho de uma caixa de sapatos ou até maior?

Tem algum remédio que você não consegue mais viver sem?

Você tem o costume de se automedicar?

Quando alguém fica mal perto de você, imediatamente já tem uma lista de opções de remédios na sua cabeça e sem demora, tal qual um médico, já sai indicando o medicamento que você acha que é bom para o caso?

Alguém próximo A VOCÊ consome remédios regularmente?

Você frequenta a farmácia rotineiramente?

Alguém vive fazendo pressão para que você logo procure um médico e passe a ser medicado?

Se a sua resposta foi sim para qualquer uma dessas questões, fica comigo porque eu vou mostrar para você o que ninguém conta sobre o consumo de remédios e a indústria da doença.

É, eu falo indústria da doença, mas o certo seria indústria da saúde, não é?  Eu ia achar bem legal se fosse assim, porque isso representaria que nesse nicho a saúde estaria realmente em primeiro lugar. Você vai ver nesse artigo como isso não é verdade…

Eu mostrar alguns dados para você não achar que eu estou exagerando:

Remédio e Veneno: linha tênue

Mesmo com a desaceleração da nossa economia nos últimos anos, este setor caminha a passos largos para a expansão de mercado. Entre 2007 e 2013, o Brasil saltou da décima para sexta colocação no mercado farmacêutico mundial e a estimativa é de que em 2017 o país chegue ao quarto lugar ficando atrás somente de Estados Unidos, China e Japão. Em 2013, o faturamento do setor farmacêutico brasileiro foi de R$ 58 bilhões, um superaumento de 140% em uma década. “Os índices do crescimento do setor farmacêutico no Brasil demonstram de forma inequívoca a forte expansão do consumo de medicamentos no país”, completa Rilke Novato Públio, farmacêutico; vice-presidente da Fenafar, diretor do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais.

O uso indiscriminado de medicamentos em nosso país traz conseqüências preocupantes. Pesquisas sobre os principais agentes causadores de intoxicações humanas, feitas pela Fundação Oswaldo Cruz, vêm constatando que as intoxicações por medicamentos lideram o ranking das substâncias causadoras de intoxicações humanas, superando inclusive, produtos químicos e os pesticidas usados na agricultura.

Uma corrente cada vez maior de médicos e psicanalistas tem trabalhado contra a ideia de que angústias e momentos de tristeza sejam automaticamente ligados a transtornos psicológicos que necessitam de medicamentos.

O médico Allen J. Frances, 74 anos, psiquiatra e catedrático da Universidade Duke, nos Estados Unidos, é um dos que se embrenharam no combate aos modismos da psiquiatria. Segundo Frances, isso se dá em função de interesses de laboratórios em diagnosticar distúrbios equivocados. Consequentemente aparece também um crescente número de casos, em grande parte apontados erroneamente como depressão, bipolaridade e TDHA (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), que no fundo, deveriam ser considerados normais do dia-a-dia.

O médico passou a se manifestar contra o surto de diagnósticos e o uso excessivo de medicamentos nesta área, escrevendo o best-seller “Voltando ao Normal” (editora Versal).

A medicalização dos problemas da vida cotidiana encolheu o reino da “normalidade” e nos fez sentir clinicamente ou psiquiatricamente doentes. Há 50 anos Aldous Huxley colocou, muito bem, que “a investigação médica está fazendo um progresso tão extraordinário, que em breve nenhum de nós ficará bem.” O excesso de diagnósticos de doenças ocorre igualmente nas práticas médicas, cirúrgicas e psiquiátricas e resulta em enorme quantidade de tratamentos exagerados e erros médicos frequentes.

Segundo Allen, o maior responsável pela mercantilização das doenças são as empresas farmacêuticas, que obtêm enormes lucros por convencerem as pessoas de que elas estão doentes e precisam de pílulas. Allen já liderou a equipe que elaborou em 1994 o DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico), o manual que define quais são, como se manifestam e como são os tratamentos das doenças e transtornos mentais. Desde então ele se tornou um crítico dos conceitos da Associação Americana de Psiquiatria, entidade responsável pela publicação também do DSM-V, manual em vigor desde 2013.

Remédios – Explosão de mortes

Estudo publicado no “American Journal of Public Health” identificou uma explosão no número de vítimas de overdose associada ao uso de medicamentos benzodiazepínicos, popularmente conhecidos como calmantes. Nos EUA, entre 1996 e 2013, o número de mortes ultrapassou em muito o crescimento, também significativo, no consumo dessas substâncias no mesmo período.

Vítimas famosas de uso excessivo dos remédios

Algumas celebridades morreram e tiveram em seu laudo médico a causa provocada analgésicos e outras drogas lícitas.

O Músico Prince (2016)

Citrato de Fentanila, o analgésico mais potente que existe. O laudo toxicológico de Prince não dá detalhes sobre a dose e a forma de ingestão. Mas tudo indica que o músico consumia o analgésico desde 2000 quando precisou fazer uma cirurgia de quadril que o deixou com dores crônicas.

Michael Jackson (2009)

O uso do Propofol causou uma parada cardíaca no ícone Pop. A parada cardíaca se deu pela intoxicação aguda do princípio ativo.

Heath Ledger (2008)

Oxidocona e Hidrocona (Analgésicos) combinados com os ansiolíticos Alprazolan (Frontal), Diazepam, Temazepam e o antialérgico Doxilamina. Hearth Leager estava com uma infecção respiratória e passando por um período de forte estresse. Seu pai conta que ele se medicou, disse que tudo ia ficar bem, que só precisava de descanso, se deitou e jamais acordou. A causa foi intoxicação indesejada por remédios prescritos.

Remédios Benzodiazepínicos

Sintetizados pela primeira vez no início da década de 1960, os compostos Benzodiazepínicos, chamados ansiolíticos e também apelidados de “drogas da paz”, são receitados para tratar ansiedade, insônia, estresse, tristeza, fobias e outros transtornos de humor muito comuns na sociedade moderna. Com isso, eles logo se tornaram os medicamentos psicotrópicos (que agem no sistema nervoso central) mais usados no mundo.

Seu consumo indiscriminado, principalmente quando aliado ao uso de outras drogas lícitas e ilícitas, em especial álcool e analgésicos opioides, pode ser extremamente perigoso.

Segundo os pesquisadores liderados por Marcus Bachhuber, professor da Faculdade de Medicina Albert Einstein, em Nova York, esses medicamentos estão por trás de nada menos que 31% das quase 23 mil fatalidades relacionadas a remédios controlados no país em 2013. O que levou a uma taxa de 3,14 mortes a cada 100 mil adultos naquele ano, um aumento de mais de quatro vezes frente a 0,58 morte por 100 mil adultos registrada em 1996. Enquanto isso, nesses mesmos 18 anos, o número de prescrições subiu “apenas” 67%, de 8,1 milhões para 13,5 milhões.

REMÉDIO PARA ANSIEDADE E OUTROS – A ILUSÃO DO ALÍVIO IMEDIATO

Sentir dor, mal-estar ou desconforto é algo que chateia demais. Se você ceder ao desejo natural de aliviar qualquer dor ao marketing poderoso agressivo da indústria farmacêutica, você verá um mundo de graves problemas surgir. E se você ativar essa combinação mortal com a negligência humana, em não pensar sobre sua essência, em não analisar a real causa dos fatos e ao não cuidado das emoções e pensamentos, ai sim você verá uma bomba atômica se armando.

Honestamente seria fácil dizer que a culpa é 100% da indústria farmacêutica que nos faz acreditar que só com remédios teremos alívio de nossas dores e que está tudo bem se intoxicar com substâncias que causam centenas, até milhares de contraindicações e ainda custam o olho da cara.

Mas o fato é que a maior parte dessa indústria é alimentada pela nossa negligência. Não sabemos quem somos, não nos conhecemos, não somos o que nascemos para ser, com isso entramos no atribulado mundo de cobranças e pressões mundanas, que é o portal para todos os males.

No mundo que vivemos fica mais fácil transferir a responsabilidade de uma cura para um remédio químico.

É a falsa cultura de cobranças, aparências e redes sociais de que as pessoas de sucesso estão “100% incríveis” todos os dias. E a indústria farmacêutica sabe, como ninguém, oferecer o “colo” do consumo, ou a muleta da promessa de alívio imediato para milhões de pessoas atarefadas, angustiadas e estressadas com a já conturbada correria diária. E então, engolem-se de remédios como se fossem saídas reais, corretas e completas.

E é exatamente esse pragmatismo avesso do comportamento que serve de alerta e, em parte, explica porque estamos no topo dos países que mais consomem remédios no mundo. Para o infectologista, secretário municipal de Saúde e membro da entidade que congrega os gestores públicos de saúde no Brasil, Fernando Casquel Monti, a cultura da intolerância com a dor preocupa. “É impossível obter resultado com o marketing do bem-estar 100%. É impossível estar bem o tempo todo. A propaganda televisiva é maciça também com a venda de remédios. E o marketing do alívio imediato está lá todo dia martelando. A cultura do corpo em perfeito estado e do bem-estar está todo dia em nossas casas”, adverte o secretário.

Precisamos aprender a lidar com as nossas flutuações emocionais assim como aprendemos a lidar com as diferenças de clima. De forma simples, natural e rotineira, encarando a chuva, o frio, o calor, o dia e a noite com os recursos necessários, sem mistérios.

Precisamos entender que há opções naturais para que possamos recuperar a nossa saúde, bem-estar e equilíbrio. Porque o que mais assusta é que grande parte do incentivo ao uso dos remédios vem pelo fato de que as pessoas se consideram incompetentes ou insuficientes para lidar com seus problemas. Esse é o maior problema: as pessoas desconhecem um caminho, um método de autocura, elas não sabem que têm capacidades intrínsecas ao ser humano, de se tratar diariamente de forma natural.

REMÉDIO PARA DEPRESSÃO – O Nascimento DOS Psicotrópicos

Aconteceu por acaso na década de 1950. Os pesquisadores estavam buscando remédios para o tratamento da tuberculose e uma droga nova que estava sendo usada causou uma grande curiosidade nos pacientes: ela também gerava melhora no humor. A droga em questão era a Iproniazida. Na época esses efeitos de melhora do humor foram atribuídos à capacidade que a Iproniazida tinha de acabar com uma enzima (Monoamina-Oxidase) que atacava e destruía a presença de neurotransmissores como a Dopamina, relacionada ao prazer, a serotonina, ligada ao bem-estar, a Noradrenalina, estimulante que mobiliza a mente e o corpo para ação.

O problema é que para uma mente ser saudável, a química do cérebro precisa estar saudável e equilibrada, por isso essa droga causou melhoria no humor dos pacientes tratados, mas também começou a provocar quadros de psicose, agitação motora e mental, afinal eram muitos tipos de neurotransmissores atuando de uma vez só quando a nova droga agia.

Então novas drogas também foram surgindo, como a Imipramina que atuava para combater a esquizofrenia. Essa nova droga começou a manifestar melhorias no quadro geral de humor das pessoas tratadas, além disso prometia ter um sistema diferente de atuar nos neurotransmissores com menor agressividade e maior equilíbrio. Não demorou muito e essa classe conhecida como ADT (antidepressivo tricíclicos) foi aprovada para uso.

Mas se você pensa que essa nova classe de drogas ADT ficou livre de efeitos colaterais, você está muito enganado. Aumento da frequência cardíaca, tremores, visão turva, tontura, boca seca, sonolência, ansiedade e prejuízo de memória eram algumas das consequências da longa lista de efeitos adversos. Mesmo assim a tese da ausência de neurotransmissores nos casos de depressão continuava cada vez mais forte.

Daí em diante, os laboratórios continuaram com seu extenso e dedicado trabalho para encontrar a droga mais evoluída. Até que finalmente chegaram a uma das drogas mais vendidas no mundo, um tipo de ícone: O Prozac, também conhecido como Fluoxetina.

A droga fez tanto sucesso, ganhou tanto espaço na mídia que causou um grande dano a nossa sociedade, um verdadeiro mal sem precedentes: a depressão virou sinônimo de qualquer tristeza e passou de doença estigmatizada a mal banalizado. Mas não se engane, a Fluoxetina e seus derivados (Paraxetina e outros) também apresentam intermináveis riscos e efeitos colaterais, como por exemplo a diminuição na libido.

Talvez você ache normal tomar remédios, incluindo os faixa preta porque já se acostumou com a ideia de que a vida é assim mesmo e ainda se sente feliz por ter a chance de usar tais medicamentos.

Talvez você, assim como eu, entenda que medicamentos que tratam o corpo físico não podem ser usados para cuidar da alma, pois a causa está muito além dos neurotransmissores ou da química do cérebro.

Eu não sei em qual das duas opções você se encaixa, mas se você se encaixa na primeira, posso dizer que o marketing massivo das indústrias farmacêuticas pegou você!

E essa chuva de medicamentos novos que chegam às prateleiras dão esperança que a qualquer momento surgirá uma pílula mágica que resolva tudo, mas sabemos que isso não é verdade.  Porque esse marketing constante que atua nas camadas mais variadas da sociedade, faz com que sustentemos a crença que enfim um novo remédio chegará e logo seu médico poderá prescrever para o seu caso.

E o motivo pelo qual um remédio tradicional, ou melhor dizendo, uma droga nunca chega para curar o que realmente é necessário, é porque justamente a sociedade está distraída. Porque há milênios já sabemos que as doenças do corpo são consequências de desequilíbrios na alma, nas emoções, nos pensamentos e nos hábitos (exercícios e alimentação principalmente).

Não se iluda achando que se um dia você ficar doente, ou se você já estiver doente, ou se alguém da sua família já estiver doente, que você só precisará do remédio e pronto. Você está terrivelmente iludido com um marketing raivoso daqueles que só querem bater suas metas de vendas, sem se importar com o universo de emoções, pensamentos, sentimentos, metas e sonhos que há em você.  Eles só querem que você consuma e se sinta dependente deles.

Em certa parte essa é uma responsabilidade sua, minha, de todos nós. Porque nós definitivamente decidimos terceirizar a responsabilidade dos problemas que acontecem.  Eu fico doente? Simples: vou ao médico e peço medicamentos!!! Assim eu não preciso pensar, não preciso me reformar, mudar meus padrões (que dá muito trabalho por sinal) e então vou me enganando querendo que tudo esteja ajustado para a minha vida feliz. Grande engano!

Deixe os remédios para as situações mais extremas, aquelas em que você não pode questionar e nem pensar: uma inflamação grave, uma necessidade de cirurgia urgente, uma febre, fratura e outras de extrema urgência.

Vamos permitir que a Medicina Ocidental use todo seu potencial e tecnologia sim, que continue nos ajudando, nos dando esperança, mas que acima de tudo trabalhe onde é certo trabalhar, sem avançar o sinal.

Remédios Naturais (finalmente)

Existem milhares de forma de tratar a maioria das doenças mais comuns. Se pegarmos a Lista dos Remédios Mais vendidos no Brasil em termos de Faturamento você vai ver algo interessante. Você verá que a maioria dos remédios são utilizados para motivos que, se tivéssemos um pouco mais de treino, cultura e informação, seriam desnecessários. Veja o ranking dos remédios mais vendidos em faturamento no ano de 2015

(1-) Losartana Potássica:  

Para hipertensão

(2-) Torsilax:

Relaxante muscular, anti-inflamatório e analgésico

(3-) Dorflex:

Relaxante muscular e analgésico

(4-) Sildenafila:

Genérico do Viagra

(5-) Sinvastatina:

Genérico para colesterol alto

(6-) Sildenafila:

(Idem, mas de outro fabricante)

(7-) Glifage XR:

Remédio para diabetes

(8-) Neosaldina:

Analgésico

(9-) Aradois:

Para hipertensão

(10-) Galvus Met:

Para diabetes

Analise a lista dos mais vendidos e responda com honestidade: Será que poderíamos ter evitado alguns deles? Será que poderíamos ter moderado o consumo? Será que não tínhamos mesmo outra opção?

Você deve ter visto remédios para doenças sérias como diabetes que precisam ser controladas no detalhe. Você também viu a força de remédios para hipertensão e deve ter comentado: “Ah, esses remédios evitam risco de morte, eles são inevitáveis”. Nas minhas palestras sobre Fitoenergética escuto a maioria das pessoas dizendo isso, porque a única opção que passa na cabeça delas é o medicamento e pronto!

O que isso significa?

Que fomos treinados, educados, doutrinados, adestrados calma e continuamente para pensar assim, para acreditar nisso e fazer dessa visão uma tradição. Por força do agressivo e poderoso marketing da indústria farmacêutica estamos cada vez mais doentes, dependentes e intoxicados. Usamos remédios mesmo quando não precisamos e temos opções naturais.

Se você reparar na lista dos dez mais vendidos verá que todos eles poderiam ser evitados, todos, sem exceção. No mínimo seria possível diminuir radicalmente. Talvez o paciente tivesse que fazer uma grande mudança na sua rotina e nos seus hábitos, talvez precisasse pensar na sua vida, refletir o que está errado e tomar novas decisões, talvez precisasse radicalizar no alimentação e se obrigasse a incluir o exercício físico diário na rotina. Mas principalmente precisaria se perguntar:

  • Por que estou doente?
  • O que a doença quer dizer?
  • Há um elo entre essa doença e algum aprendizado que tenho que ter sobre o rumo da minha vida?
  • O que estou fazendo de errado?
  • O que eu fiz para provocar isso?

Nesta honesta, sincera e necessária bateria de perguntas de autorreflexão a natureza e sua sabedoria, certamente iria surgir como resposta:

  • Posso conhecer mais a minha natureza pessoal;
  • Posso viver mais conectado com o verde, mato, árvores, flores e plantas;
  • Posso usar mais ingredientes naturais na minha vida, desde alimentos até ambientes;
  • Posso me conectar mais com uma força maior, rezar, meditar, me conectar com Deus;
  • Posso e devo ser quem eu nasci para ser e não o que os outros querem que eu seja;
  • Posso parar de me comparar com os outros e me aceitar como eu sou;
  • Posso parar de querer agradar todo mundo, o tempo todo e a todo custo, começando agora a ser mais gentil comigo mesmo;
  • Posso tomar chás, usar o que os antigos sábios (talvez a vovó) usava para os pequenos problemas do dia a dia e não usar logo uma pílula sem pensar;
  • Posso focar no despertar da minha missão de vida, da minha causa e propósito nessa existência;
  • Posso aprender mais sobre terapias naturais, que tratam o ser de forma integral;
  • Posso escolher melhor minhas companhias;
  • Posso escolher melhor a sintonia que quero viver, conversas, TV, rádio, jornais e informações podem ser filtradas para que eu fique em contato apenas com o que me eleva, posso melhorar muito nesse aspecto.

No nosso curso de Fitoenergética motivamos nossos alunos a pensar sobre a doença e o seu sinal, porque todo problema no corpo físico é um recado. No começo, para a maioria, dá muito trabalho porque vivemos totalmente acorrentados na cultura “o remédio é a solução”.  Mas com o tempo, os estudantes começam a entender as verdadeiras causas de doenças e passam a se ajudar da forma correta. Também começam a ajudar as pessoas que as procuram da forma correta, com as perguntas certas que oferecem as respostas transformadoras.

Quando se entende as verdadeiras causas das doenças, entende-se também qual é a melhor maneira de tratá-las.  E nesse momento você percebe que não é o corpo que precisa de transformação, mas a mente.  E mais uma vez você compreende que remédio químico sintético nenhum pode mudar o que você é em essência, mudar seus pensamentos e sua alma de forma eficaz, real e profunda.

Somente os elementos da natureza possuem tal sincronia e sabedoria para tratar a pessoa e não o nome da doença.  Quando você usar o conhecimento certo para tratar das doenças mais comuns da humanidade você verá um ponto em comum no erro que a classe médica está cometendo: eles não tratam o doente, a pessoa ou o ser com seu conjunto de sentimentos, pensamentos, sonhos e metas. Eles tratam a doença, desligando ela do ser que a produziu.

Esse é um erro que Terapias como a Fitoenergética jamais cometem.  Em primeiro lugar a Fitoenergética jamais diz para ninguém parar de tomar remédios e que só o natural funciona. Jamais!

Acredita-se na visão da Fitoenergética que o erro de qualquer medicina, seja ela a Ocidental Farmacológia, a Chinesa, Germânica, Ayurvédica, Tibetana ou qualquer outra, é trabalhar sozinha.  Quando as medicinas não se ajudam, não cooperam entre si para que o indivíduo faça as mudanças que precisa, a cura real não surgirá.

Além disso, a Fitoenergética entende que em muitos casos os remédios alopáticos são necessários e extremamente importantes, mas você só deverá tomar se junto você tomar grandes (cavalares) doses de consciência sobre o que você está fazendo.

SAÚDE OU DOENÇA? O QUE ESSA INDÚSTRIA PRODUZ REALMENTE?

Eu gostaria de encerrar esse conteúdo dizendo que temos hoje uma forte indústria da saúde que funciona muito bem, ajuda muitas pessoas e traz a cura real. Eu estaria mentindo descaradamente.

Nós temos apenas a indústria das doenças, que não traz cura definitiva e que está muito mais interessada em lucrar e nos tornar dependentes do que qualquer outro fim. Conviva com isso ou faça a sua parte! Entenda isso e pronto! Não brigue comigo.

Mas eu também gostaria de dizer que a indústria farmacêutica é 100% culpada por tudo que está acontecendo no mundo. Pelas mortes por overdose de remédio em todo o mundo já ser muito maior que as mortes causadas por overdose de drogas ilícitas, porque as pessoas estão ficando mais doentes por tomar remédios do que pelas próprias doenças em si e porque estamos totalmente educados para nos sentirmos dependentes dos medicamentos. Mas se eu dissesse que a culpa é 100% dessa indústria, eu também estaria mentindo. A culpa é 50% da nossa sociedade, que é imediatista, que compete por tudo, que pouco colabora e só pensa em ter mais, consumir mais, fazer mais e mais sucesso.

E o que me deixa pasmo é que vivemos em uma cultura de sucesso tão bizarra, que muitos astros do mundo, muitas pessoas rotuladas de extremo sucesso são consumidores assíduos de antidepressivos. Muitos nem se importam de declarar abertamente que consomem tais remédios.

Mas não lhe parece um pouco estranho alguém reconhecido por ter sucesso tomar antidepressivo?

Talvez esse artigo não tenha sido claro o suficiente, mas caso você não entendeu, só toma antidepressivo quem se sente dentro de um quadro de depressão. Então que sucesso é esse que a pessoa tem que faz com que ela se sinta deprimida?

A resposta é simples: Não é sucesso! Não há sucesso se for necessário tomar antidepressivo! Simples assim.

Que você possa tomar as rédeas da sua vida, conhecer mais a sua essência, se conectar com a natureza, tomar mais chá, meditar mais e viver em sintonia com a sua missão de vida. Que você tenha força, consciência e responsabilidade para buscar para você o caminho certo e seguro para se tornar o terapeuta da sua própria vida. Isso é possível, você pode.

Talvez você saiba, talvez você não saiba, mas milhares de pessoas no mundo estão encontrando um equilíbrio fenomenal para as suas vidas e para as pessoas próximas com métodos naturais, sensatos e equilibrados.  A Fitoenergética é um caso desses e os inúmeros estudos de casos já feitos comprovam essa afirmação. Aqui você pode clicar para conhecer vários casos de pessoas que já se tornaram donos da sua saúde real.

Eu acredito que mesmo diante desse problemão que estamos vivendo, de falta de consciência, altos gastos e muita intoxicação, que estamos indo para um caminho melhor também. Nunca se ouviu falar tanto em terapias naturais, caminhos saudáveis, física quântica, medicina vibracional e busca da missão de vida. Acredito que essa é a chave para mudar tudo.

Diariamente no Youtube eu apresento o programa Espiritualidade na Prática, em que eu falo sobre muitas dicas simples e objetivas para viver em alto nível de forma natural e equilibrada. Se você quiser pode se inscrever no meu programa (clique aqui), é 100% gratuito.

Eu acredito que com a informação certa e a energia certa podemos mudar o mundo. E sinceramente vejo sinais dessa mudança todos os dias, só precisamos continuar fazendo a nossa parte.

Não posso deixar de destacar que na própria classe médica, são inúmeros os profissionais que despertaram para esse entendimento. Há muitos médicos mudando o paradigma, evitando prescrever qualquer medicamento, estimulando a mudança de atitude e especialmente tratando o indivíduo. Não canso de me impressionar com casos incríveis de profissionais altamente comprometidos com suas profissões e seus juramentos. Pessoas de total respeito, que certamente são uma semente no meio dessa maluquice toda da mercantilização das doenças.

Eu desejo especialmente que você tenha aproveitado esse conteúdo e que lhe esteja sendo bem útil na sua mudança pessoal, familiar ou profissional.

Quando eu ia encerrando a produção desse conteúdo tive acesso ao livro Tarja Preta – Os Segredos que os Médicos não Contam Sobre os Remédios que você Toma da autora Márcia Kedouk. Esse livro vai te deixar de cabelo em pé (Mãe Santa!!!). Aqui está o link do livro que eu comprei: Clique Aqui

Então eu deixo aqui embaixo um conteúdo extra que eu peguei desse livro  (tirei o chapéu para essa autora Márcia Kedouk) para você ter acesso a uma informação que todo mundo devia saber. Aproveite para ao final do artigo deixar o seu comentário, combinado?

Muita Luz e até a próxima!

Os riscos INSANOS de 10 remédios que todo mundo usa

1 – Tylenol

Princípio ativo: Paracetamol

Para que serve: Dor e febre

Efeitos indesejados: O paracetamol quando metabolizado pelo fígado se transforma em uma substância tóxica chamada de NAPQI, que normalmente é rapidamente eliminada pelo corpo. O problema é que em adultos doses a partir de 4 gramas por dia ou 1 grama de uma única vez podem sobrecarregar o fígado, causando assim lesões irreversíveis e em alguns casos até falência órgão. As superdosagens podem acontecer porque outros medicamentos também possuem o mesmo princípio ativo. E a mistura do Tylenol com um anti-inflamatório, por exemplo, pode provocar overdose acidental.    

2 – Neosaldina

Princípio ativo: Dipirona, mucato de isometepteno e cafeína

Para que serve: Dor e febre

Efeitos indesejados: Os efeitos colaterais da dipirona agem diretamente no sangue, ou melhor, na diminuição da quantidade de células do sangue, como glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas. Outro alerta diz respeito ao risco de choque anafilático – reação alérgica grave que mesmo quem está acostumado a usar a medicação pode sofrer. Não à toa países como Austrália e Estados Unidos já proibiram o uso da dipirona. Marcia Kedouk ainda alerta que o uso indiscriminado de remédios comuns para dor de cabeça diminui a capacidade de o corpo liberar endorfina – o nosso analgésico natural.   

3 – Dorflex

Princípio ativo: Dipirona, citrato de ofernadrina e cafeína

Para que serve: Dor principalmente muscular

Efeitos indesejados: Além dos efeitos colaterais da dipirona, a superdosagem da orfenadrina é tóxica e pode levar à morte. Boca seca, alterações nos batimentos do coração, tremor, agitação, delírio e coma são alguns dos efeitos em doses altas.

4 – Aspirina

Princípio ativo: Ácido acetilsalicílico

Para que serve: Dor e estágios leves de febre

Efeitos indesejados: Oito comprimidos de Aspirina são suficientes para causar choque cardiovascular e insuficiência respiratória – isso porque doses altas aumentam o risco de excesso de acidez no sangue e baixa acentuada de glicose.

Em diabéticos, o uso indiscriminado da Aspirina pode causar hipoglicemia – uma vez que essas pessoas já usam medicamentos para controlar a doença.

Combinada com outro anti-inflamatório ou álcool, o uso da Aspirina aumenta as chances de úlcera e sangramentos estomacais e intestinais severos.

5 – Salonpas

Princípio ativo: Salicilato de metila e levomentol

Para que serve: Dores musculares

Efeitos indesejados: Os efeitos colaterais de medicamentos aplicados na pele são mais raros, pois é difícil o organismo absorver o remédio. No caso da Salonpas, o risco existe se o paciente toma algum tipo de anticoagulante, medicação para diabetes, se é alérgico ao princípio ativi da Aspirina, ou ainda se tem sangramentos gastrointestinais ou problemas nos rins ou fígado.  

6 – Eno

Princípio ativo: Bicarbonato de sódio, carbonato de sódio e ácido cítrico

Para que serve: Queimação no estômago

Efeitos indesejados: Dois envelopes de Eno contêm 1,7 grama de sódio – quase que a recomendação máxima diária de consumo que é 2 gramas. Ou seja, este simples medicamento pode ser uma bomba principalmente para quem tem pressão alta e problemas no coração.

O uso indiscriminado de Eno pode alterar o pH do estômago e, assim, sobrecarregar os rins e os pulmões. Além disso, o excesso de antiácidos, de uma maneira geral, pode reduzir a absorção de nutrientes e diminuir as defesas naturais do suco gástrico, aumentando assim os riscos de contaminação de alimentos.

7 – Omeprazol

Princípio ativo: Omeprazol

Para que serve: Dores no estômago principalmente as provocadas por lesões das mucosas

Efeitos indesejados: O Omeprazol age na diminuição do suco gástrico e seu uso por um longo período pode causar efeito-rebote, gerando assim o excesso de produção de gastrina.

Além disso, assim como os antiácidos, o uso frequente e sem acompanhamento médico do Omeprazol pode aumentar o risco de infecções e dificultar o organismo a absorver nutrientes. Seu uso por muito tempo pode provocar, por exemplo, a diminuição severa dos níveis de magnésio causando em alguns casos problemas cardíacos.  

8 – Neosoro

Princípio ativo: Cloridrato de nafazolina

Para que serve: Desentupir o nariz

Efeitos indesejados: A nafazolina pode induzir a tolerância, efeito-rebote e até dependência psicológica. Seu uso frequente faz com que o corpo acostume com a medicação e exija uma quantidade maior do produto. Além de uma rinite medicamentosa, o Neosoro pode aumentar a pressão sanguínea e trazer problemas para o coração.

9 – Torsilax

Princípio ativo: Diclofenaco sódico, carisoprodol, paracetamol e cafeína

Para que serve: Dores musculares

Efeitos indesejados: Anti-inflamatórios de uma maneira geral podem atacar as mucosas do trato digestivo, causando assim náusea, vômito, diarreia, cólicas abdominais, sangramento gastrointestinais e úlceras.  

10 – Amoxil

Princípio ativo: Amoxilina (antibiótico)

Para que serve: Infecções (combate de bactérias)

Efeitos indesejados: O uso indiscriminado de antibióticos pode levar a proliferação de bactérias resistentes, chamadas de superbactérias.  

Referências consultadas para a produção deste conteúdo
Linha tênue entre remédio e veneno: Clique Aqui
Riscos dos remédios que todo mundo toma: Clique Aqui
Sobre mercantilização das doenças: Clique Aqui
Explosão de mortes por calmantes: Clique Aqui
Brasileiros procuram alívio imediato – quarto maior consumo do mundo: Clique Aqui
Aumento das vendas de remédios nas farmácias – Faturamento: Clique Aqui
Medicamentos intoxicam 27 mil pessoas no Brasil: Clique Aqui
Rivotril: Clique Aqui
Livros: Tarja Preta – Márcia Kedouk, Editora Abril.
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Responsável pela expansão da Espiritualidade no Brasil, Bruno Gimenes é a personalidade referência nesta área, além de Diretor de Tecnologia e Cofundador da Instituição Luz da Serra. Tem formação em Química Industrial pela UNIMEP, também é professor e palestrante. Autor de 14 livros, sendo 6 em coautoria, que têm vendas superiores a 60 mil unidades. Bruno Gimenes é destaque nas redes sociais, cujos vídeos têm mais de 2 milhões de visualizações por mês no Youtube e a sua página no Facebook possui mais de 90 mil seguidores. Bruno Gimenes é um expert na área da evolução consciencial, com base no desenvolvimento da espiritualidade e na missão de vida, sendo chamado esporadicamente para participar em programas de grande destaque na mídia nacional.

45 COMENTÁRIOS
  • Ledenice Maria Burkoth / 28/03/2017

    Boa noite a todos vcs Bruno e Patrícia. Agradeço pela riqueza de informações que vcs compartilham com a sociedade, já tão exaurida por tantos motivos, que acabamos cedendo à ‘supremacia dos médicos’.Não quero com isso dizer que não são úteis, óbvio que sim, porém, há que se mudar este paradigma de que a medicina tradicional é a dona da verdade. Vocês estão desempenhando uma função social de extrema importância. Iniciaram uma luta crucial que é enfrentar a indústria farmacêutica e sua onipotência. Mas estamos todos, com certeza na esperança de pessoas que lutam pelo bem da humanidade. Só para reforçar tudo o que nos ensinam, eu p. ex. tomo os malditos antidepressivos e benzo, há 17 anos e me sinto cada vez pior. Estou no ponto de dar um basta nisso, graças ao trabalho honesto de pessoas como vocês. Luz e Paz nesse caminho tão Sagrado. Abraços carinhosos.

  • Lídia Torres / 28/02/2017

    Artigo muito interessante! Sempre soube que remédios é uma droga, que te mata aos poucos.
    Já me cadastrei no curso, e estou super ansiosa para começar!
    Parabéns Luz da Serra! bj.

  • Maristela Broetto Pedrini / 12/02/2017

    Muito interessante Bruno. Quanto mais conheço do assunto, ouço seu vídeos, fico mais interessada. Estou certa de que aprenderei muitas coisas com vocês. Um forte abraço

  • Eliane / 06/02/2017

    Só dei uma lida rápida minha internet tá ruim, mais ainda vou ler com calma, de linguagem fácil, mais estou chocada com o que lê, sensacional.

  • MARCELO SAHIUM BARRIONOVO / 06/02/2017

    Olá Bruno. Sou farmacêutico e sempre passo para meus pacientes a importância de não se auto medicarem e os riscos dos medicamentos. Também já convenci vários pacientes a não tomar antidepressivos prescritos e analisarem a real necessidade de ter que tomar esses medicamentos. E a maioria não precisou tomar, mudaram hábitos e estão super bem. Muita luz!!

  • Marlucia / 04/02/2017

    Gratidão Bruno……adorei o artigo! Já faz um tempo que evito tomar remédios, estou tentando buscar alternativas naturais, confesso que tenho preguiça, mas os efeitos colaterais me assusta…..por isso quero mais uma vez agradecer por trazer o conteúdo da Fitoenergetica. Sinceramente eu acho q não levo muito jeito pra coisa, sempre me achei um desastre com plantas……rsrsrsrs, mas estou determinada a tentar. Forte abraço. Marlucia / Guarulhos – SP

  • Rozileide / 03/02/2017

    Fico triste e chocada cada vez que tenho acesso ao um conteúdo que deixa claro que o ser humano não se preocupa com os demais. Isso significa que estamos vivendo na ausência de Deus.

  • Maria Aparecida Lima de Souza / 02/02/2017

    Obrigada meus amigos já tomei tanto remédio que é de perder de vista se fosse inúmerar, depois que comprei o livro fitoenergetico e as aulas que assisti e já tenho outra aula dia 16 de março eu tomo chá é para qualquer dor de cabeça e estresse já busco correndo meu livro faço o tratamento com as plantas e a imposição de mãos na cabeça que aprendi com vc Bruno e quer saber adeus dores de cabeça e olha que era constante , estou me aprimorando e fazendo outros compostos para qualquer mal estar meu e de minhas amigas e esposo um grande abraço e obrigada mais uma vez e agradeço a mãe natureza que já nos deu tudo só temos que deixar de ir procurar no aparentemente mais fácil !!!!

  • Obrigado, Bruno.

  • Aline Garcia / 01/02/2017

    Apesar de já ter usado muitos medicamentos dessa lista, eu sempre imaginei que o poder de destruição deles seria muito mais forte que suas promessas de cura. Mas o que nos falta é informação de como nos livrarmos disso, pois como vc mesmo citou “está impregnado em nossa cultura”. Muito obrigada por nos abrir um caminho oposto ao da indústria da morte!!!

  • AMILTON LEONETTI / 01/02/2017

    Ótimo esclarecimenso sobre o uso indiscriminado de medicamentos.
    A solução está na boa alimentação e nos exercícios físicos.

  • Maria / 31/01/2017

    Muito bom adorei eu tomo remédio pra hipertesão e diabetes se eu pudesse escolher eu não tomava insulina rápida e lenta muito difícil pra mim

  • Francisco Erasmo de Sousa. / 31/01/2017

    Confesso que faço uso de quase a metade dos medicamentos apresentados, mas tudo por determinação médica. Obrigado pelo esclarecimento do perigo que esses medicamento representam para a saúde humana.

  • Maria do Carmo / 31/01/2017

    Muito bom seu artigo Bruno. Eu concordo inteiramente. Os remédios são da indústria da doença, e não da saúde! Eu prefiro mil vezes um chá do que um remédio., porém ainda estou tomando um medicamento para hipertensão, mas minha meta é parar. Já estou fazendo o seu curso de Fitoenérgetica e mudando aos poucos a minha alimentação. Sempre fui adepta do natural e busquei este conhecimento. Grata e Parabéns pelo artigo que só vem a confirmar o que acredito, a natureza está aqui para nos ajudar!

    • Sandra / 31/01/2017

      Bruno grata por esse conteúdo, estou perplexa realmente , é uma fábrica de doenças não de saúde, graças a fitoenergetica,, já deixei de tomar alguns psicotrópicos, mas ainda faltam dois , mas pretendo conseguir com os conteúdos que vcs nos dão a oportunidade ,,agora mais do que nunca vou me dedicar grata….

    • Vânia Maria Maines Horn / 31/01/2017

      Obrigada por esta explicação tão valiosa ! Ainda bem que existem pessoas que nos alertam sobre a verdade dos efeitos maléficos dos remédios, principalmente sendo indicados por médicos, que deveriam ser os primeiros a nos orientar sobre o assunto.Vou compartilhar com amigos . GRATIDÃO !

  • Mara / 31/01/2017

    Há muito eu já deixei de consumir remédios de tarja preta pra resolver meus transtornos de humor. Hoje faço uso de chás, principalmente de alecrim e anis estrelado e posso garantir que os resultados são surpreendentes! Não tomo mais omeprazol, (antes eu era viciada neste medicamento) mas ainda uso bastante analgésicos apesar de já ter diminuído bastante. Esse artigo foi muito bom, excelente mesmo, confirmou as suspeitas que eu sempre tive de que a indústria farmacêutica não estava interessada em nossa cura. Basta ver o número absurdo de farmácias como tem crescido. Aqui na minha cidade existe mais farmácias do que padaria, mercado e restaurantes. No centro da cidade tem uma a cada 100 metros. Gratidão, Bruno e Patrícia!

  • Maria Eliana Birk Berlitz / 31/01/2017

    Já usei medicamento para pressão alta, Mas depois que conheci a verdadeira espiritualidade com as terapias holísticas mudei minha vida. Forma pensamento, atitudes, alimentação, hoje sou outra pessoa. Obrigada Bruno por sempre nos dar informações dão importantes para que nossa vida fique cada dia melhor.Abraço

  • Luiza Batista / 31/01/2017

    Bruno que benção estas informações,você tem colaborado imensamente para o nosso bem estar e conhecimento,Deus lhe abençoe abundantemente,amei este artigo,obrigada.
    Luiza.

    • Neusa Lopes / 01/02/2017

      Gratidão. Ja sabia que os medicamentos não trazem beneficios,sò trazem mais doen as
      Linda mensagem para despertar as pessoas

  • Patricia Afonso / 31/01/2017

    Bom dia pessoal. Bruno obrigada pelo artigo mais uma vez. Sou hipertensa e já vivi a base de medicamentos, e muitos deles aqui descritos não podiam faltar na minha bolsa. Mas há uns meses atráz que deixei de o fazer e só tomo chás e quando posso faço caminhadas. Estou bem melhor e mais saudável.No entanto, minha mãe toma muitos remédios e pela idade dela, 78 anos, me preocupa muito a dependência dela pelos fármacos. Bruno agradeço sua orientação para o reumatismo e caimbrias.
    Paz e bem.
    Patrícia Afonso

  • Cintia Viezzer / 31/01/2017

    Muito bom esse artigo Bruno!
    Muitn grata por você dividir tanto conhecimento .
    Confesso que uso alguns dos remédios citados, apesar de vir de uma familia que sempre usou muito as ervas .
    Hoje devido a facidade de comprar remédios acabei deixando se perder esse costume.
    Muito obrigada pelo alerta!

    Partiu comprar terra e umas jardineiras 😉

  • maria / 31/01/2017

    Bom dia bruno e quando a pessoa precisa mesmo tomar remédio tenho saída como para convulsão obg

  • Nadila / 31/01/2017

    Ótimo artigo, eu não sou de fazer uso de remédio com frequência, más o meu marido infelizmente usa diariamente, o pior sem receita médica, pricipalmente esses comprimido para dores e resfriados, antialérgicos etc.

  • Carlos Vigna / 31/01/2017

    adorei seu artigo . (apesar de trabalhar em um pronto socorro) ou por trabalhar em um pronto socorro onde vejo as pessoas só ficarem satisfeitas se o médico receitar uma lista de remédios . se caso o profissional não prescrever a tal lista o paciente sai falando horrores e ainda retorna pra conseguir a tal lista .
    seria muito interessante que os médicos conseguissem usar as plantas como tratamento afinal os remédios na sua essência nada mais é do que essas plantas sintetizadas
    obrigado.
    te sigo a pouco tempo mas ja sou seu fã

    Carlos Vigna

  • Maria / 31/01/2017

    Muito bom!!!

  • gracinha oliveira / 30/01/2017

    OI BOA NOITE,, BOM EU GOSTEI OLHA MEU AMIGO EU DETESTO REMEDIOS GOSTO DAS EVAS E ESTUDO SOBRE ELAS PLANTO ALGUMAS ENTRE HORTAS TUDO .

    • Laise Lima / 31/01/2017

      Olá Bruno! Adoro tomar chás e depois que adquiri os livros da fito e da magia das ervas, sempre estou fazendo os compostos, as mandalas, conversando com as plantas, estou me sentindo muito bem com as ervas. Que Deus te abençoe sempre por ter dado esta luz ! Laise Lima.

    • emiliani oliveira / 31/01/2017

      Boa tarde, o conteúdo dos videos publicados por você Bruno e pela Patrícia foram fundamentais em minha decisão de eliminar de vez o consumo dos antidepressivos. Em setembro comuniquei a meu médico minha decisão e fui orientada para ir diminuindo gradativamente as doses e completo hoje 46 dias sem ingerir nenhuma dessas drogas. Por incrível que pareça estou dormindo melhor sem eles, quando percebo que estou ficando triste ou ansiosa invento mil coisas pra fazer. Lendo esse artigo assustador me sinto vitoriosa pois já havia tentado parar outras vezes e não conseguia. Minha gratidão pelo trabalho maravilhoso que desenvolvem .Muita luz pra todos.

    • Considerei o texto muito esclarecedor, objetivo e oportuno! Como, entretanto, já conheço a Fitoenergética (e já fiz diversos cursos com o Bruno) — e, além disso, já procuro cuidar da minha saúde de acordo com ‘alguns princípios’ naturais, conforme enfocados pelo Bruno — tenho a impressão de que o texto é mais indicado para aqueles que não conhecem essa ‘Medicina sem pressa’ (como está sendo chamada atualmente).

  • Simone / 30/01/2017

    Felizmente não faço uso de medicamentos, mas infelizmente algumas pessoas na minha família fazem e muito eu tento argumento e não consigo mudar o pensamento deles. O grau de dependência em medicamentos é grande.

  • Eduardo Henrique Rehberger / 30/01/2017

    Muito bom o artigo! Traz muito conteúdo aprofundado que gera reflexão. Realmente a vida moderna provoca níveis de estresse que às vezes não suportamos nem sabemos como administrar. Na procura de alívio imediato a qualquer custo – característica do homem ocidental – ingerimos drogas. Não temos o hábito de nos autoperceber e cuidar das emoções; que somatizam a doença no corpo.

  • celia jansen / 30/01/2017

    meu senhor, meus amigos, eu agradeço muuuuiito mesmo por não fazer uso de medicamentos desta forma, eu fazo de tudo pra não tomar, porque sei que não é tão bom assim, e agora então sei mais ainda,eu operei tres vezes hernia e tres vezes o dedo, ai nao teve jeito, mas depois,so se eu tiver com aquela enxaqueca, estou em casa porque estou sentindo dor na hernia mas não tomei remedio não,porque sei que e so repouso e compressa fria, amo tomar chas e tudo que for o mais natural possivel,mas sabem fico pensando na minha irma e minha sobrinha bebe, ela tem uma caixa de remedios, e tudo e remedio ela não escuta agente vou mandar esta mensagem pra ela vamos ver se ela se toca. obrigada mesmo celia j.

  • Nossa Bruno! é bom saber, eu já usei muito destes remédios que você mencionou como o Dorflex e amoxilina

  • Kátia / 30/01/2017

    Artigo maravilhoso. Muito útil. Vou me aprofundar. Na verdade sou um pouco adepta dos chás. Do exercício. De esperar aquela dor passar. Evito muito remédios. Mas depois de crise de ansiedade, relutei é preciso de medicação. Vou tentar melhorar meu modo de vida. Me dedicar a escutar suas palestras. Quero mudar. Obrigada. Pensei muito na minha mãe. Toma muitos remédios. Vive no médico. É uma luta. Vamos tentar. Obrigada Bruno.

  • Conceição Ap Di Bianco / 30/01/2017

    Estou chocada esses remédios ei não tomo….. Mais Bruno infelizmente Eu sou totalmente depende de trocas ilícitas como amitripidilina e nitrazepam não consigo sair fora até tentei….. Mais não consegui muita gratidão 👏👏👏

  • Frei Sergio Gonzatti / 30/01/2017

    É muito bom saber que estamos caminhando para um novo modo de tratar as pessoas. É fundamental olhar para cada ser humano como um todo e, ter com ele e por ele, um profundo respeito. Fico grato pelo conteudo descrito com simplicidade e profundidade.

  • Elaine / 30/01/2017

    Muito bom gratidão eu já me escrevir no cirguito estou anciosa pr comesar 😘

  • Cáritas Martins Palermo / 30/01/2017

    Nunca gostei de tomar remédios, prefiro os chás, a natureza já nos deu tudo.uma gripe por ex.,pode ser curada com gengibre, limão,mel. Obrigada por suas informações.muita gratidão 🙏

  • Bruno meu amigo o que devo usar para fibromialgia, pois meu estômago está pedindo socorro?

  • Rodolfo / 30/01/2017

    Impressionante …
    Gostei de mais do conteúdo, muito instrutivo. Obrigado por essa oportunidade de conhecimento Bruno Gimenes.

  • Maria / 30/01/2017

    Informação legal. Gostei!

  • Irene batista Andrade / 30/01/2017

    A ganância é grande demais. Não respeitar o próprio semelhante por dinheiro! É muito triste isso,

  • Samantha / 30/01/2017

    Estou chocada. O q mais posso dizer. Muitos desses medicamentos eu uso

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