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A NOSSA RELAÇÃO COM DEUS

Dentre várias relações que estabelecemos em nossa experiência terrena, está a espiritualidade ou Deus. Neste caso, espiritualidade pode se referir à força, a qual sustenta nossa energia ou o nosso estado de espírito. E Deus pode ser esta força que nos impulsiona.

Há momentos de nossas vidas que questionamos profundamente nossa relação com algo espiritual. Em alguns instantes, procuramos saber mais sobre um mundo invisível; queremos entender os milagres; se há vida após a morte; se existe algo ou alguém que nos acompanha, como um Anjo da Guarda, por exemplo, e assim rumamos em busca de um local ou alguém que esclareça nossas dúvidas.

Muitos de nós, quando pensamos sobre qualquer tema espiritual, temos por costume vincular com as religiões. O termo até tem haver com isto, porém, precisamos interpretá-lo melhor para poder incorporar o conceito de forma sábia em nossas vidas.

Primeiro que religião vem do latim “religare” e significa “religação” com o divino. Já o termo espiritualidade se refere a uma dimensão da pessoa humana que traduz segundo diversas religiões, o modo de viver característico de um crente que busca alcançar a plenitude da sua relação com o transcendental, ou seja, com aquilo que está além dos limites conhecidos do universo (em que está inserido). Sendo, por conseguinte uma qualidade atribuída ao divino e relacionada ao conceito de Deus, compreendendo também sua natureza, seu modo de agir, e seu entendimento a partir de uma perspectiva mística.

Baseado nisto, quase todos nós, sabemos que somos um espírito ou temos uma alma e que existe uma ligação entre o plano físico com outros planos e dimensões. Ou ao menos cremos que existe algo “maior que nós”. Todavia, os templos sagrados, são veículos que nos ajudam a recordar quem somos e da onde viemos. Porém não são os responsáveis por nos tornar espiritualizados. Prova disso são pessoas que frequentam esses locais, conhecem e praticam tudo que lhes é ensinado ali naquele ambiente, mas quando saem dali, esquecem a religiosidade.  Agem de má índole, duvidam que exista algo maior, não se amam, nem amam seu mundo, agridem aos outros, maltratando quem os ama e assim por diante.

De que nos adianta vivenciar o que as religiões ou Espaços Sagrados nos oferecem, se fora dali não agimos conforme aprendemos? Não adianta ler livros, por exemplo, e não extrair nada deles para nossa vida. Principalmente no nosso cotidiano, onde o desafio de praticar os ensinamentos é maior.

Conceituando o tema de forma mais simples e profundamente, podemos dizer que espiritualidade é um estado de espírito que nos conduz ao nosso maior projeto: a evolução.

Nossa maior missão aqui neste plano físico é evoluir, expandir a consciência, ter princípios e valores pautados neste propósito, sem esquecer que temos algo que nos rege.

Sabemos que essa condição pode ser facilitada frequentando locais sagrados, mas temos que viver os bons princípio e os bons valores na prática. As orações, a crença positiva em algo maior, a força que nos move para atingirmos essa evolução espiritual, tem que fazer parte de cada dia da nossa existência.

Nosso desafio é conseguir manter o estado de consciência espiritual mesmo quando alguém nos “fecha” no trânsito e mantemos a calma, entendendo que um mero acontecimento como esse, não precisa estragar o humor, ou o dia. A receita que sempre funciona é acreditar em nós e naquilo que estamos alimentando internamente sem se deixar abalar por qualquer coisa, mantendo a fé intacta. Precisamos também sorrir para alguém que precisa de um sorriso; oferecer ajuda a alguém que precisa atravessar a rua ou ainda, o mais importante: manter um bom estado de espírito, tendo amor, humildade e compaixão por si mesmo.

São pequenas coisas que nos levam a contemplar a verdadeira presença divina: como observar uma borboleta que “acaricia” nosso braço, quando pousa encima dele; um gatinho que mia, como se estivesse conversando conosco; um cão que pede um afago e nos lambe em troca; as árvores que balançam e com sua sutileza nos lembram da vida, da natureza; a chuva que se descortina num dia quente de verão; o canto de um pássaro que alegra o novo dia. Enfim, Deus está sempre presente na nossa vida, se manifestando e mostrando Sua beleza através da vida que nos envolve.

E ainda assim, depois de ter tudo isso ao nosso redor, nós sofremos por pequenas coisas, as quais não são nada comparadas ao Todo. Ficamos presos em nossos “eus” sofrendo e lamentando e deixando de olhar ao redor. Fixamos nossas mentes em problemas que nós mesmos criamos e deixamos de aproveitar a dádiva de estarmos vivos, saudáveis, de termos um bom emprego ou um bom relacionamento ou uma casa boa… Ao invés de duvidar da presença divina, podemos pensar mais em agradecer.

Achar que a vida está nos agredindo ou nos punindo, não é motivo para colocar a culpa em Deus. Ele não quer que seja assim, apenas quer o que nós queremos. Nós somos responsáveis por nossas escolhas. Escolhemos acreditar em algo ou não; escolhemos sofrer ou não; escolhemos enfrentar ou não…

Às vezes ouço depoimentos no consultório onde as pessoas dizem que estão revoltadas com o “seu Deus”, e que Ele não tem sido generoso. Pois eu sempre penso que para início de conversa “esse Deus” não é o mesmo que o meu. Porque o Meu é muito misericordioso e creio tanto Nele e em seu poder, que jamais imagino que a culpa de não alcançar uma vida de glória seja Dele. A culpa é nossa, nós é que somos exigentes; não agimos condizentes com o que almejamos; trancamos o fluxo de luz que nos é enviado; alimentamos a dor e o sofrimento, portanto a responsabilidade é de quem?

Acho que pensar num Deus punitivo não é a melhor opção quando queremos atingir os objetivos, porque isso só denota que estamos nos punindo e nos oferece um teste para ver o quanto queremos realmente atingir uma meta.

Deus somos nós!

Ao analisar bem a palavra “Deus”, é possível ver o que tem no meio dela: “eu”. Portanto, não podemos separar Ele de nós, somos parte Dele, somos Ele. E se a consciência Dele nos remete a espiritualidade, então precisamos conhecê-lo e nos conhecer melhor.

Cultivar a fé, olhando para qualquer coisa que acenda a nossa luz própria estará nos conectando a fonte, ao amor universal. Não é necessário rezar por horas a fio ou ir num local para acessá-la. Isso é só uma parte do processo. A outra é pensar nisso, entrar na sintonia, ativar e alimentar o sentimento que nos une a tudo de mais sagrado: o amor maior. Simples assim.

Procure dentro de você: onde está o seu Deus? E você irá encontrá-lo, da melhor forma, a que acreditar. Só não deixe de ter fé e de crer.

Por Cátia Bazzan – Autora do livro Ame Quem Você é – Proprietária do Espaço do Céu: Centro de Terapia Holística.

Fale com Cátia: catia@catiabazzan.com.br

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