- Postado por: Luz da Serra
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Após a outorga final e plena de êxito de Michael na Terra, ele foi aceito, não apenas pelos Anciões dos Dias, como o governante soberano de Nebadon, mas foi também reconhecido, pelo Pai Universal, como o dirigente estabelecido do universo local da sua própria criação.
Quando do seu retorno a Salvington, este Michael, Filho do Homem e Filho de Deus, foi proclamado como o governante estabelecido de Nebadon.
De Uversa, veio a oitava proclamação da soberania de Michael, enquanto, do Paraíso, veio o pronunciamento conjunto do Pai Universal e do Filho Eterno, que constituía essa união de Deus e de homem, como o governante único do universo e ordenando ao União dos Dias, que estava permanentemente em Salvington, que desse indicações sobre a sua intenção de retirar-se para o Paraíso.
Os Fiéis dos Dias, da sede central da constelação, foram também instruídos para se retirar dos conselhos dos Altíssimos.
Michael, porém não consentiria na retirada dos Filhos Trinitários do conselho e da cooperação.
Ele os reuniu em Salvington e pessoalmente lhes solicitou que permanecessem, para sempre, a serviço em Nebadon.
Eles se manifestaram sobre o seu desejo de atender a esse pedido aos seus diretores no Paraíso; e pouco depois disso, foram emitidos os mandatos das suas separações do Paraíso, o que ligava, para sempre, esses Filhos do universo central à corte de Michael de Nebadon.
Foi necessário um período de quase um bilhão de anos, do tempo da Terra, para completar a carreira de auto-outorgas de Michael e para efetivar o estabelecimento final da sua autoridade suprema no universo da sua própria criação.
Michael nasceu um criador, foi educado como um administrador, treinado como um executivo; no entanto, lhe foi pedido que conquistasse a sua própria soberania, por meio da experiência.
E assim, o nosso pequeno mundo se tornou conhecido, em todo o Nebadon, como a arena onde Michael completou a experiência, que é requerida de todo Filho Criador do Paraíso, antes que lhe fosse dado o controle ilimitado e a direção do universo que ele próprio edificara.
À medida que ascendermos no universo local, iremos conhecer mais sobre os ideais das personalidades envolvidas nas auto-outorgas anteriores de Michael.
Ao completar as suas outorgas como criatura, Michael estava, não apenas estabelecendo a sua própria soberania, mas estava também, implementando a soberania, em evolução, de Deus, o Supremo.
No curso dessas outorgas, o Filho Criador não apenas se engajou em uma exploração descendente das várias naturezas das personalidades das criaturas, mas também realizou a revelação das vontades, variadamente diversificadas, das Deidades do Paraíso, cuja unidade sintética, como revelada pelos Criadores Supremos, é reveladora da vontade do Ser Supremo.
Esses vários aspectos da vontade das Deidades são personalizados eternamente, nas diferentes naturezas dos Sete Espíritos Mestres; e cada uma das auto-outorgas de Michael foi peculiarmente, reveladora de uma dessas manifestações da divindade.
Em sua outorga Melquisedeque, ele manifestou o desejo unificado do Pai, do Filho e do Espírito.
Na sua outorga Lanonandeque, o desejo do Pai e do Filho.
Em sua outorga Adâmica, ele revelou a vontade do Pai e do Espírito.
Na sua outorga seráfica, a vontade do Filho e do Espírito.
Em sua outorga como mortal em Uversa, ele retratou a vontade do Agente Conjunto.
Na sua outorga moroncial mortal, a vontade do Filho Eterno.
E na sua outorga material, na Terra, ele viveu a vontade do Pai Universal, como um mortal, mesmo em carne e sangue.
A consumação completa dessas sete auto-outorgas resultou na liberação da soberania suprema de Michael e também na criação da possibilidade da soberania do Supremo, em Nebadon.
Em nenhuma das outorgas de Michael, ele revelou Deus, o Supremo, mas a soma total de todas as sete outorgas é uma nova revelação do Ser Supremo para Nebadon.
Na experiência de descer de Deus, até o homem, Michael estava concomitantemente experimentando a ascensão, da parcialidade da manifestabilidade, até a supremacia da ação finita e da finalidade, da liberação do seu potencial até a função absonita.
Michael, um Filho Criador, é um criador no espaço e no tempo, mas Michael, um Filho Mestre sétuplo, é um membro de um dos corpos divinos que constituem a Ultimidade da Trindade.
Ao passar pela experiência de revelar as vontades dos Sete Espíritos Mestres, saídos da Trindade, o Filho Criador passou pela experiência de revelar a vontade do Supremo.
Ao funcionar como revelador da vontade da Supremacia, Michael, junto com todos os outros Filhos Mestres, se identificou eternamente com o Supremo.
Na idade presente do universo, ele revela o Supremo e participa da factualização da soberania da Supremacia.
No entanto, na próxima idade do universo, acreditamos, ele vai estar colaborando, com o Ser Supremo, na primeira Trindade experiencial, para universos do espaço exterior, e nesses mesmos universos.
A Terra é o templo sentimental de todo o Nebadon, o mais importante entre os dez milhões de mundos habitados, o lar mortal de Cristo Michael, o soberano de todo o Nebadon, o ministro Melquisedeque dos reinos, o salvador de um sistema, o redentor Adâmico, o companheiro seráfico, o companheiro dos espíritos ascendentes, o progressor moroncial, o Filho do Homem, à semelhança da carne mortal, e o Príncipe Planetário da Terra.
E os registros dizem a verdade quando dizem que esse mesmo Jesus prometeu, em algum tempo, voltar ao mundo da sua outorga terminal, o Mundo da Cruz.
Texto de José Maria Font Juliá, com base no UB.
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