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FIM DO CARNAVAL, O QUE NOS RESTA.

FEV2012 22
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FIM DO CARNAVAL, O QUE NOS RESTA.

Carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção.

A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-Feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "carnaval" está desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que, acabou por formar a palavra "carnaval", sendo que "carnis" em latim significa carne e "valles" significa prazeres. Durante o período do carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX.

A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas. Já o Rio de Janeiro criou e exportou o estilo de fazer carnaval com desfiles de escolas de samba para outras cidades do mundo, como São Paulo, Tóquio e Helsinque, capital da Finlândia. O carnaval do Rio de Janeiro está no Guinness Book como o maior carnaval do mundo.

            Curiosamente aquilo que se faz nas festividades de carnaval hoje em dia, provém de rituais utilizados no passado, pois o intuito era festejar mesmo. Hoje a festa que antes tinha como finalidade diversão, ultrapassa os limites de apenas divertir-se e celebrar como era antigamente. Na noite da sexta-feira que antecedeu o carnaval, vi a instalação de equipamentos extraterrenos gigantescos (são mecanismos extra-físicos imperceptíveis a olhos nus que são implantados acima de nós que drenam energia da nossa aura ou campo eletromagnético) nos locais (algumas cidades do Brasil) onde tem maior participação de pessoas durante este período. O envolvimento com bebidas alcoólicas, conversas sem conteúdo, uso de drogas, atos sexuais obscenos e tudo que vemos nas festividades, nos leva a crer o quanto é fácil para os seres das dimensões inferiores usarem esses indivíduos para absorver ou roubar energia para alimentar o plano astral inferior.

Há quem diga que nossas emoções e pensamentos são os maiores responsáveis por alimentar o Umbral e o sofrimento dos espíritos os quais ficam presos neste lugar, por acreditarem que tem afinidade com o que lhes é oferecido ali. Por isso, consideramos que estes dias de carnaval auxiliam para que a energia mantenha-se negativa e inferior.

É como se esses seres, ditos como obsessores, respirassem a mesma atmosfera e se embriagassem com o hálito, com as emoções e com os desejos de quem comete atos que estão na mesma sintonia do ser encarnado. Este tipo de “consórcio” entre encarnado e desencarnado se faz espontaneamente, na maioria das vezes de modo causal, sem qualquer premeditação ou maldade. Por ressonância vibratória, tanto o obsessor como o indivíduo, recebe ligeiro alívio, de suas emoções descontroladas e dos atos cometidos. Quando a embriaguez e as comemorações acabam, a rotina é a mesma e o cenário de vida permanece igual. Neste instante, a angústia, a infelicidade e o desprezo com a rotina, tornam a vida da pessoa obsediada, um tormento. Em alguns casos, uma simples festinha de carnaval atrai um obsessor que ficará um bom período conosco. E este acabará por incentivar o uso contínuo de álcool, drogas e tudo mais que estiver em ressonância com o mesmo.

Sem falar naquilo que prejudica o ambiente terrestre como um todo. Bruno Gimenes diz que a energia do carnaval e dos atos cometidos, leva em torno de seis meses para serem limpos da atmosfera espiritual. Imagine o quanto compactuamos para que isso piore a cada ano, quando participamos e usufruímos de tudo que é disponível em termos de inferioridades.    

 Infelizmente, as marchinhas de carnaval, as festas para se divertir e as coisas boas de tempos atrás não voltarão mais, pois os eres trevosos, não permitirão que mudemos, pois quem alimentará o umbral?

            Então, nós escolhemos entre o bem ou o mal, entre a luz e a escuridão. Podemos até pensar que uma festinha não fará nada conosco e que podemos nos proteger, mas precisamos ter consciência do que realmente acontece quando estamos no meio de tudo que isso, pois não estamos sozinhos, nem fisicamente, nem espiritualmente.

 

Saiba mais sobre o psiquismo do carnaval em: http://www.luzdaserra.com.br/1895/entenda-o-psiquismo-do-carnaval/

 

Por Cátia Bazzan

 

Fale com Cátia: catia@luzdaserra.com.br

 

Algumas Informações extraídas do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Carnaval

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