- Postado por: Bruno J. Gimenes
- Categorias: Espiritualidade, Lei da Atração,
A visão da espiritualidade sobre as compras à prazo
por: Bruno J. Gimenes
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Sempre me questionei muito com relação ao bom uso do dinheiro, porque para mim ele sempre foi e é uma energia de troca muito importante, porque a sua falta ou o seu acúmulo exerce tanta influência sobre as emoções humanas, que não dá para deixar essa reflexão passar em branco. Realmente precisamos aprender a ter uma ótima relação com o dinheiro para sermos felizes na vida física, emocional, mental e espiritual.
Meditando sobre o assunto, procurando analisar mais os pormenores dessa relação entre o homem e seus recursos financeiros, mergulhei em uma meditação consciente, em que me mantinha o tempo todo com a mente muito serena e clara. Não demorou nada para que surgisse em minha tela mental, a imagem do Mestre Paramahansa Yogananda, que me saudou e começou a discorrer sobre o tema. Além da satisfação e da emoção que senti ao ter esse incrível contato com um Grande Mestre espiritual, também saboreei com surpresa a sua explicação sobre o tema, que narrarei. Foi maravilhoso receber uma mensagem, pela via da mediunidade, de uma “autoridade no assunto” que pode, e muito esclarecer diversas dúvidas. Então Yogananda explicou:
Não é novidade para ninguém que o dinheiro é uma forma de energia. Trata-se de um recurso que pode ser acumulado, desperdiçado ou usado com equilíbrio. O dinheiro é uma forma de fluído Vital da dimensão terrena. Ele é utilizado para organizar os sistemas de trocas de bens e serviços entre as pessoas.
Os indivíduos trabalham nas mais diversas atividades, oferecendo esforços que serão retribuídos na forma de energia que é codificada por uma determinada quantidade de dinheiro.
No momento em que a energia de trabalho é convertida em unidades monetárias, ela deixa de ser uma força virtual ou etérea e passa a ser material. Por isso, quando se troca o trabalho por dinheiro, materializa-se essa recompensa de esforços por unidades monetárias que podem ser usadas em outras diversas formas de trocas.
Essa contextualização sobre o papel do dinheiro na sociedade é importante para que se possa entender que tudo é troca e um constante fluxo de dar e receber.
O homem se perde e se confunde no contexto da vida material em sua relação com o dinheiro, quando começa a desejar(no sentido de ter desejos materiais) em excesso, de forma demasiada e além das necessidades reais que todos tem. Todo excesso de desejos e o aumento da ambição requerem grandes quantidades de dinheiro acumulado para sustentarem essas carências descontroladas que almejam o consumir constantemente bens e serviços. É aí que um caminho de escuridão na alma humana tem início, pois origina o aparecimento de diversos problemas. Junto com eles também surgem muitos sofrimentos e inferioridades na personalidade. Sempre que a ambição de uma pessoa for maior que a sua própria capacidade de converter trabalho e esforços em dinheiro, ela se tornará escrava de si mesma, porque viverá para alimentar seus desejos consumistas, e assim, nunca terá sossego, pois viverá de excessos: de trabalho, de gastos, de desejos, entre outros.
No Universo, em especial no planeta Terra, as energias naturais são constituídas pela combinação de duas energias opostas, de polaridades contrárias, que se complementam para dar origem ao equilíbrio. O yin e o yang, o sol e a lua, a noite e o dia, o frio e o calor, o homem e a mulher, são faces de uma mesma força universal. Como todos os seres humanos estão inseridos dentro desse mesmo movimento cósmico, tudo que ocorre em sua vida também deve seguir o mesmo objetivo, que é o equilíbrio. Caso contrário, jamais serão felizes, pois estarão em oposição às forças naturais que organizam a vida planetária e na vida financeira de qualquer pessoa, essas leis naturais agem em igual teor.
Trocar esforços e trabalho apenas com o objetivo de acumular dinheiro farão com que esse fluxo fique desequilibrado, e ao passar do tempo, consquências negativas podem surgir na vida de qualquer pessoa. Da mesma forma, gastar mais dinheiro que se é possível obter também manifestará desequilíbrios. Em resumo, qualquer pessoa que tiver uma relação desequilibrada com suas finanças sofrerá influências negativas também no âmbito geral. O desequilíbrio na vida financeira poderá afetar uma pessoa nos seus aspectos espirituais, emocionais, mentais e físicos, em outras palavras, de forma integral.
Infelizmente, os desequilíbrios na relação com o dinheiro tem se mostrado como a causa número um para o aparecimento de crises, sofrimentos e doenças em toda a população mundial.
É por isso que a atenção a esse fato é tão necessária, porque crises financeiras podem afetar completamente a Conexão do homem com Deus (falamos de Deus sem conotação religiosa) e por consequência com a sua própria essência interior.
É preciso se desenvolver urgentemente uma relação mais saudável e principalmente mais equilibrada com o dinheiro. Esse fluxo de entrada e saída deve ser precisamente organizado e as trocas precisam acontecer em uma razão de dar e receber sempre equilibradas.
Nesse panorama, as compras à prazo e em especial as feitas pelo cartão de crédito, que crescem em números espantosos a cada ano, necessitam ser bem pensadas. Quando alguém compra algo à prazo porque ainda não tem todos os recursos necessários para obter à vista, essa pessoa emite e recebe em sua aura a vibração de um fluxo energético de desequilíbrio. Essa vibração por consequência desencadeará diversos outros acontecimentos negativos na vida de uma pessoa sem que ela perceba o real motivo: desequilíbrio na relação com o dinheiro.
Quando alguém quer comprar algo à prazo porque não tem recursos suficientes para comprar à vista, isso significa de forma direta e objetiva, que a pessoa ainda não merece ter determinado bem ou serviço. Quando a pessoa ainda não tem todos os recursos que necessita para comprar (ainda não merece obter ) e mesmo assim ela decide comprar à prazo, pode-se dizer que é como se ela conquistasse algo que ainda não acumulou esforço de troca para receber. É uma espécie de dívida energética que fica impregnada na aura de quem compra o que ainda não pode pagar.
Lendo esse texto você pode até se espantar e dizer: “ Mas se eu não fizer compras à prazo então eu não conseguirei ter nada na vida!”
É normal o comentário, afinal não é um crime comprar à prazo, entretanto, queremos mostrar que essa prática pode ser uma fonte de desventura na vida de qualquer pessoa, principalmente nas que nem imaginam o poder negativo que às dívidas exercem em sua aura.
O objetivo dessa reflexão é despertar a consciência para a importância de se estabelecer uma boa relação com o dinheiro. Que cada pessoa entenda que tudo aquilo que é comprado com um dinheiro que ela ainda nem dedicou esforços para ganhar, que essa prática poderá resultar influências negativas em sua vida.
Quanto mais o homem se conscientizar de que deve comprar apenas aquilo que já tenha recursos suficientes para obter, sem exageros e sem desequilíbrios, mais a prosperidade ele terá, pois suas relações de trocas serão cada vez mais expandidas e elevadas para níveis cada vez mais sublimes.
Comprar à prazo faz mal e afasta a prosperidade. É importante e sensato fazer um treino e um teste para ver que a relação com o dinheiro tem uma influência tão profunda na qualidade de vida de qualquer pessoa.
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Pra variar,adorei! abraço e luz!!!!
Muito bem colocado, no constante corre-corre que vivemos, essa perspectiva de visão acaba passando despercebida... convém sim atentarmos para esse MAIS QUE SÓ UM DETALHE... mas sim uma boa constatação do que pode ocasionar quando não observamos a forma como usamos esse elemento chamado DINHEIRO, quando não sabemos usá-lo de forma correta e produtiva energéticamente e materialmente. Valeu Bruninho, mandou mais que bem nesse artigo, muito bem lembrado!! Bjos de luz, Namastê!!
Muuuito bom e perfeito para a ocasião em que me encontro, rsrsr...Obrigado Bruno ...abç e luz!
Muito bom! Grato. Pax
Parabéns Bruno, e obrigada por dividir esta mensagem com todos.Abraço.
Essa mensagem foi um tapa de luvas para mim! Um abraço Bruno
Não poderia deixar de comentar e dizer que concordo com a Cintia que disse que foi um tapa de luvas. Obrigada por dividir esta mensagem pois como você, sempre questionei a minha relação com o bom uso do dinheiro que, até ler esta mensagem, era totalmente distorcida. Abraço.
E se vc tem condição de comprar a vista e compra a prazo apenas pelo fato de ser sem juros, tbém é prejudicial? Tenho cartão de crédito com incentivos e tenho o hábito de pagar tudo no cartão pela reversão do benefício, mas sempre faço em vezes qdo não tem juros e prefiro manter o dinheiro aplicado.
Parabéns Bruno pelo texto e por compartilhar mensagens que nos leva a reflexão!!!Abraço
Não entendi referente aos esforços para obter o dinheiro, guando uma pessoa já nasce rica esse esforço ocorreu guando? e guando a pessoa não trabalha e vive, por exemplo, de rendimentos? que tipo de esforço é referido no presente artigo? Obrigada
Eu gostei muito do seu texto anterior que falava do movimento universalista, mas está sendo bem difícil concordar com todas as palavras ditas neste texto. Concordo que é preciso sempre buscar o equilíbrio e devemos comprar somente aquilo que podemos pagar (mesmo que a prazo). Afinal, a recompensa pelo trabalho da maioria dos brasileiros também é a prazo (Depois de 30 dias). E se não comprarmos a prazo, deixamos de ter acesso a coisas importantíssimas para uma vida razoavelmente confortável. Por exemplo: Se ninguém puder comprar a prazo, somente os abastados poderão ter um teto para se abrigar. Afinal, financiar a casa própria é uma prátitca bastante difundida no país. E para a grande maioria dos brasileiros é o único meio de adquirir esse bem. E só a minha humilde opinião. Posso estar errado. Abraços.
adorei, vou rever meus conceitos... obrigada...
Já havia lido considerações bem proximas as do texto, e parabenizo pela forma que colocou aqui, bem estruturada e clara. Obrigado pela oportunidade de reforçar esse assunto de tamanha impotancia, e fortalecer nossas convicções, Abraço e luz Daniel Mol
Concordo em parte. Vejo que as compras a prazo podem desenvolver um alto nível de consumismo nas pessoas, justamente por levarem algo que não pagaram ainda, como foi bem explicado no texto. Mas se não fossem as compras a prazo, seria difícil ter uma casa própria, por exemplo.
É muito bom pra refletir!! No fundo a gente sabe q. tudo isso é verdadeiro! Parabéns!!
Mto bom, veio ressaltar o que estou tentando fazer, equilibrar as finanças. Obrigada Bruno
Concordo com os comentários do Deni e do Alessandro Rodrigues, sou uma pessoa otimista e espiritualizada, tenho prazer em compartilhar o que tenho com os outros e sou PROFESSORA !! A princípio. lendo este artigo, a gente que dá um duro danado para melhorar este mundo, fica desanimada...será que não merecemos a prosperidade? É por falta de merecimento que os professores tem um salário baixo?
Acho que em tudo devemos refletir. Entendo que o texto passa a mensagem - não devemos gastar mais do que temos. Entretanto, as modalidades "a prazo ou a vista " são sómente uma formas de pagamento. O cartão de crédito, quando bem utilizado também é um instrumento de prosperidade. Acredito no equilíbrio e acredito principalmente que o ter deve estar em equilíbrio com o dar, compartilhar. Ter dinheiro, não ter dívidas ou compromissos e não compartilhar o que se tem também traz estagnação. Esta é a funcção da energia do dinheiro - gerar prosperidade para nós e para o próximo. Muito bom trazer este assunto à discussão !
Gostei muito do comentário. Agora não me sinto mais uma ET, pois não uso cartão de crédito. Costumo não fazer crediário, mas por não gostar. Agora, estou mais consciente. O comentário foi muito esclarecedor. Muito obrigada.
concordo com Deni, pois muitas das vezes a única forma de obter um bem, como a casa própria, é através de financiamento. Não vejo problemas em parcelamentos, muito menos estagnação de energia ou quaisquer outras formas de energia prejudicial, desde que feito de forma planejada, madura e consciente, cabendo no orçamento familiar s/ gerar tensões ou angústias. Certamente, p/ a imensa maioria dos trabalhadores, é a única forma de acessar bens e gerar a dita prosperidade material, pois o valor dos bens sobe numa proporção desigual do aumento salarial, não sendo viável poupar p/ depois comprar. O que traz estagnação é forma como se pensa, se sente e se age, e não a forma como se paga por bens de forma consciente.
Interessante esta revelação.
Sempre com boas informações para nossa evoluão espiritual, pois somos seres espirituais com uma experiencia terrena. Parabens meu amigo por esse artigo um forte abraço.
Bruno estou acabando de lê a Auto Biografia De Yogananda e fiquei bem interessada em sua mensagem. Cofesso q o tema COSUMO merece reflexoês corajosas e sinceras mais penso q não é necessariamente o pagamento parcelado q fatalmente signifique desequilibrio, desarmonia, efeitos negativos,etc e concordo c o FREIRE quando refere q se o pagto a prazo é cosciente maduroe planejado não necessariamente vá trazer mal, mais de fato precizamos reconhecer se essa modalidade não nos estimula a gastar ou consumir exagerado... naõ é? estou pensando em mim por outro lado sinto q esa modalidade facilirta adquirir coisa q gosto! se puder me responda.ABRAÇOS
Bruno, concordo em parte com o texto pois nem tudo que se compra a prazo é simplesmente para satisfazer o ego, como no caso de uma pessoa doente que não tem dinheiro suficiente para comprar um medicamento à vista e usa seu cartão de crédito... será que a pessoa deveria sacrificar sua saúde? Então significa que a pessoa não merece ficar boa? Ou uma pessoa que não ganha o suficiente para se alimentar deve ficar com fome para não comprar seu alimento no cartão de crédito?
Gostaria de comentar o post do Paulo sobre o que ele não entendeu. Acredito que todo dinheiro ou redimento com certeza deve ter uma origem, alguem trabalhou por ele no caso de nascer rico, seus pais e no caso do rendimento, o qual deve ser originado por bens ou serviços. Sempre alguem trabalho antes por ele. Se o dinheiro não tiver origem (não declarado), com certeza tem algo estranho.