- Postado por: Luz da Serra
- Categorias: Espiritualidade, Relacionamentos,
NOS AMARMOS MESMO SABENDO QUE ESTAMOS ERRANDO!
Para falar de amor, é preciso falar de humildade. Humildade vem do Latim humus que significa "filhos da terra". Refere-se à qualidade daqueles que não tentam se projetar sobre as outras pessoas, nem mostrar ser superior a elas. A humildade é a virtude que dá o sentimento exato da nossa modéstia, cordialidade, respeito, simplicidade, honestidade e passividade.
Talvez seu significado nos remeta a ter ciência de que ela (a humildade) só se constrói neste plano físico, durante o tempo que vivemos aqui, portanto o amor também. Pois no período em que estamos habitando este planeta, somos “filhos deste lugar”.
É saber aceitar nossos desígnios e ao mesmo tempo, aprender a não se separar de todo o universo que nos rodeia.
Há algo que em nós que nos separa de todo o universo existente: o ego. Infelizmente o ser humano se preocupa mais com o seu mundinho e pouco com todo o contexto. E mais, o ego além de ver somente a si mesmo, ele ainda se separa da Fonte Primordial e da essência da alma. Achamos que Deus está tão distante de nós e que somos tão imperfeitos para alcançar a perfeição, que nem tentamos nos aproximar.
Saber amar é saber receber e doar na mesma proporção, com humildade. É o dom de transformar conhecimento em sabedoria, porque de nada adianta ler, ser estudado, informado, se na vida não sabemos aplicar nada na prática.
É ser simples como a natureza, que reconhece onde vive e respeita este chão (Terra) e quem vive aqui. É estar disposto a reconhecer nossas necessidades e as de quem faz parte deste mundo, sem interferir. Ou seja, compreender o limite do outro, com compaixão.
Já a falta de amor despreza a beleza, alegria, separa corações e traz tristeza. Isso afasta e rejeita-nos de outras pessoas, porque achamos que somos autosuficientes por não reconhecermos o verdadeiro papel da doação. Ora nos afastamos para não sofrer; ora doamos demais para não ser rejeitados. Normalmente medimos o amor que sentimos pelas pessoas através das características as quais, nós julgamos ser favoráveis. Enquanto o outro for conforme eu quero, eu o amo. Caso esta pessoa mude as condições que nos ligavam a ela, deixamos de amá-la.
O amor é verdade, é cura, é entrega, é compreensão... Enfim, é tudo que o ser humano precisa para se religar com a Fonte Divina, que é a sua própria essência.
A grande lição que aprendemos ao amar é: mesmo sabendo que estamos errando, ainda assim, nos amar. Mesmo sabendo que nosso mundo está errado, ainda assim, amá-lo. Mesmo vendo as pessoas fazendo tudo errado, ainda assim amá-las.
Fácil? Não, porque falta humildade para reconhecer isso; falta reconhecer que somos filhos da nossa “Mãe Terra”; falta compreender quem somos e onde precisamos melhorar; falta respeito entre nós e entre os outros seres...
Além de nos auxiliar sentimentalmente, o amor irriga a glândula timo. Somente há pouco tempo foi descoberto que ela é responsável pela imunidade. Os médicos apenas a viam nas autópsias e não sabiam o que era, nem qual sua função. O timo continua sendo um ilustre desconhecido. Ele cresce quando estamos contentes, encolhe pela metade quando estamos estressados e mais ainda quando adoecemos ou com a morte. Ao sermos invadidos por micróbios ou toxinas, a glândula reage produzindo células de defesa. É sensível a imagens, cores, luzes, sons, cheiros, sabores, toques, palavras, pensamentos. Faz conexão de acordo com nossas reações, tanto positivamente, como negativamente.
Para testar essa conexão faça um teste: aperte os dedos indicadores e polegares (como sinal de ok), pense e sinta que está feliz. Peça para alguém abrir seus dedos. Depois pense e sinta que está infeliz e peça novamente para alguém abrir seus dedos. Perceba que sentir felicidade fortalece tanto os dedos quanto a glândula timo. E quando estamos infelizes, os dedos enfraquecem, assim como a glândula.
Esta reflexão serve para aprendermos a aceitar e entender o conceito de amor, vendo-o como algo próximo de nós. Que seja algo que nos fortaleça e nos auxilie para sustentar felicidade e boas energias. A proposta a partir de agora é a de poder nos aproximar do que este sentimento representa em nossas vidas e deixá-lo fazer parte do que realmente queremos para nós.
Por Cátia Bazzan
Fale com Cátia: catia@luzdaserra.com.br
Lido: 1632 vezes









Excelente texto! Que bom poder comentar os artigos do Luz da Serra!
Parabéns a esse site maravilhoso! Um belo texto como esse tem que ser refletido e praticado! Muita paz e muita luz a todos vocês!
Parabéns, ótimo texto, é mais um passo em direção a este amor, tão falado, mas pouco sentido. Muita Luz e muita Paz.
Cátia mais uma vez o teor energético da mensagem foi maravilhoso. Obrigada pela resposta certa, no momento certo. Luz!
MUITO BOM, ADOREEIII! MEXEU COMIGO,POIS ADOORO FICAR SOZINHA, NÃO CONSIGO ME RELACIONAR BEM COM AS PESSOAS; AI PREFIRO FICAR SÓ DO QUE ME MACHUCAR. GOSTO DE GENTE DE FALAR, RIR, BRINCAR TROCAR INFORMAÇÕES MAS RAPIDO SEM MUITO CONVIVIO E QUANDO LI ESSE TEXTO NÃO SEI, ALGUMA COISA EM MIM MUDOU; QUANDO DESCOBRIR EU CONTO. UM GRANDE ABRAÇO!! QUE OS ANJOS DE LUZ CONTINUE TE INSPIRANDO AGORA E SEMPRE"
Palavras muito bem colocadas nesse texto, embora já saibamos que nos conectando com energias mais positivas tudo se transforma e melhora ao nosso redor, é muito bom relembrar. Já havia lido sobre a glândula timo, nosso corpo é realmente perfeito!
Maravilhoso artigo! Cátia, sem amor o que existe neste planeta é como o vazio. No amor está a nossa lição diária e vc neste artigo conseguiu extrair muito bem. Parabéns e obrigada, rita
Ótimo texto, muito bem escrito e de sábias palavras. Parabéns ao pessoal do site, em especial para a Cátia Bazzan, autora do texto.
Sabias palavras denotam sentimento harmonia e evolução,UM GRANDE ABRAÇO.
Sabias palavras denotam sentimento harmonia e evolução,UM GRANDE ABRAÇO.
Muito obrigado pelo carinho! Agradeço de coração, cada um de vocês que me incentivam a escrever! Pois são com esses retornos que me inspiro e novas ideias surgem, para podermos refletir mais sobre nossas vidas. Beijo no coração de todos Luz e paz
Gostei do texto, só vejo um problema, talvez involuntário da autora. Quando diz: "...falta reconhecer que somos filhos da nossa “Mãe Terra”". Ora, nosso Pai não é Deus? A Terra, planeta onde vivemos, não é na verdade nosso irmã? Uma grande irmã? Pois, se Deus é nosso pai e criou todas as coisas, o Universo, os homens, os animais, os planetas, como a Terra, que é sua criação, pode ser nossa "mãe"? Obrigado.