Universo Holístico, Evolução e Consciência

A quinta auto-outorga

NOV2010 08
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  • Postado por: Luz da Serra
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A quinta auto-outorga


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Eventod: Nome pelo qual Michael, o Criador e atual Soberano do nosso Universo Local, ficou conhecido durante sua quinta efusão como ascendente mortal em Uversa, mundo sede do superuniverso de Orvonton.

Orvonton: O sétimo dos sete superuniversos que, conjuntamente com o sistema do Paraíso/Havona, compreendem o grande universo do tempo e do espaço. Orvonton é dividido em 10 setores maiores, cada um deles é dividido em 100 setores menores. Cada setor menor contém 1.000 universos locais, cada um é compreendido de 100 constelações. Cada constelação é compreendida de 100 sistemas locais, cada sistema local é compreendido de um potencial de 1.000 mundos habitados. Urantia é o 606 dos 619 mundos atualmente habitados no sistema de Satânia.
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Há pouco mais de trezentos milhões de anos, como é reconhecido o tempo em nosso planeta, testemunhamos uma daquelas transferências, para Emanuel, da autoridade sobre o universo; e constatamos as preparações de Michael para a partida.

Essa ocasião foi diferente das anteriores, pois ele anunciou que o seu destino era Uversa, a sede central do superuniverso de Orvonton.

No tempo devido, o nosso Soberano partiu; mas as transmissões do superuniverso nunca fizeram menção à chegada de Michael nas cortes dos Anciões dos Dias.
Pouco depois da sua partida de Salvington, surgiu nas transmissões de Uversa, esta afirmação significativa:

"Chegou hoje um peregrino ascendente, não anunciado e não numerado, de origem mortal, vindo do universo de Nebadon, certificado por Emanuel de Salvington e acompanhado por Gabriel de Nebadon. Esse ser, não identificado, apresenta o status de um verdadeiro espírito e foi recebido na nossa fraternidade".

Se fossemos a Uversa hoje, poderíamos ouvir contar sobre os dias em que Eventod permaneceu ali, esse peregrino especial e desconhecido, do tempo e do espaço, que ficou conhecido em Uversa por esse nome.

E esse mortal ascendente, uma personalidade no mínimo extraordinária, doada à semelhança exata do estágio espiritual dos mortais ascendentes, viveu e atuou em Uversa, por um período de onze anos, do tempo-padrão de Orvonton.

Esse ser recebeu as designações e cumpriu os deveres de um espírito mortal, em comum com os seus companheiros de vários universos locais de Orvonton.

Sob "todos os pontos de vista, foi testado e provado, do mesmo modo que os seus companheiros"; e em todas as ocasiões, ele demonstrou ser digno da confiança e da fé dos seus superiores e ao mesmo tempo, ele atraiu para si o respeito e a admiração leal dos espíritos semelhantes seus.

Em Salvington, seguimos a carreira desse espírito peregrino com um interesse evidente, sabendo muito bem, pela presença de Gabriel, que esse espírito peregrino despretensioso e sem número não era nenhum outro senão o soberano em autodoação do nosso universo local.

Essa primeira aparição de Michael, encarnado na função de uma etapa da evolução mortal, foi um evento que emocionou e cativou todo Nebadon.

Não se tinha ouvido sobre tais coisas, mas agora as contemplávamos.

Ele apareceu em Uversa, como um espírito mortal, totalmente desenvolvido e perfeitamente treinado e como tal, continuou a sua carreira, até o momento do avanço de um grupo de mortais ascendentes até Havona; depois do que manteve uma conversa com os Anciões dos Dias e imediatamente, em companhia de Gabriel, deixou Uversa, subitamente e sem cerimônia aparecendo, pouco depois, no seu lugar habitual em Salvington.

Só depois da consumação dessa auto-outorga, se começa a perceber que Michael iria se encarnar provavelmente à semelhança das suas várias ordens de personalidades no universo, dos Melquisedeques mais elevados até os mortais em carne e sangue, nos mundos evolucionários, do tempo e do espaço.

Nessa época, as universidades Melquisedeques começaram a ensinar sobre a probabilidade de Michael, em algum momento, se encarnar como um mortal na carne; e então, aconteceu muita especulação quanto à possível técnica de uma auto-outorga tão inexplicável.

O fato de que Michael houvesse, em pessoa, agido no papel de um mortal ascendente, emprestava um interesse novo e maior a todo o esquema de progressão da criatura, por todo o caminho ascendente, tanto pelo universo local, como pelo superuniverso.

E ainda assim, a técnica dessas auto-outorgas sucessivas permanecia um mistério.
Até mesmo Gabriel confessa que não compreende o método pelo qual esse Filho do Paraíso e Criador de um universo, voluntariamente, assume a personalidade e vive a vida de uma das suas próprias criaturas subordinadas.


Texto de José Maria Font Juliá, com base no UB.

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